Primeira informação relevante: de acordo com as previsões meteorológicas o tempo vai estar ótimo para a visualização do fénomeno. Agora um resumo de tudo o que precisa de saber sobre a Lua de Sangue que vai ocorrer na madrugada de segunda-feira, 28 de setembro.

A última vez que o fenómeno aconteceu foi em 1982 e só volta a repetir-se em 2033, pelo que este pode ser um momento que não vai querer perder. Mas se não quiser sair de casa vai poder seguir tudo com a ajuda de alguns dos melhores especialistas da área: os da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA na sigla em inglês). Basta seguir este link.

Ao mesmo tempo a agência espacial vai ter um especialista a responder às questões dos internautas através do Twitter, bastando usar a hashtag #askNASA.

Mas se quiser assistir a tudo ao vivo, estes são os horários que deve ter em conta.

- 1:10H: a Lua entra na penumbra, o que vai fazer com que escureça de forma progressiva;
- 2:07H: a Lua entra na sombra causada pela Terra que está entre o satélite natural e o Sol, começando a ganhar os tons acastanhados e avermelhados;
- 2:46H: a Lua atinge o perigeu, isto é, fica no ponto de órbita mais próximo da Terra; 356.877 Km de acordo dados do Observatório Astronómico de Lisboa;
- 3:11H: começa “oficialmente” o eclipse lunar, altura em que o satélite entra totalmente no cone de sombra causado pelo planeta Terra;
- 3:47H: ocorre o ponto máximo do eclipse;
- 3:50H: ocorre o momento de Lua cheia; devido à proximidade com o fenómeno de perigeu, dá-se então um eclipse de Super Lua;
- 4:24H: termina o eclipse lunar;
- 6:25H: a Lua sai totalmente da penumbra da Terra, voltando à sua cor “tradicional”;

A conjugação dos fenómenos fará com que a Lua pareça 14% maior do que o habitual, 30% mais brilhante. Já a cor avermelhada acontece porque a Lua deixa de refletir a luz do Sol e apenas reflete a luz filtrada pela atmosfera do planeta Terra que está pelo meio.

O fenómeno também é conhecido como Lua de Sangue, devido ao tom avermelhado que o satélite natural adquire.

Os leitores são convidados a partilhar com o TeK as fotografias que captarem do fenómeno, podendo enviar as imagens para este email.

Se precisar de ajuda, a NASA também convidou um especialista que partilha algumas dicas sobre como conseguir as melhores imagens do fenómeno natural.

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