As alterações de perfil, de motivação e de cenários que o mundo dos videojogos sofreu nos tempos recentes estão mencionadas num estudo do Ericsson Consumer Lab denominado "New ways to play games" .

A análise, realizada com base em 8.000 entrevistas em três países, revela que 85% dos sul-coreanos inquiridos, 75% dos norte-americanos e 53% dos brasileiros costumam jogar, seja nas consolas ou no PC seja em dispositivos móveis.

A escolha do dispositivo para jogar depende do contexto. Durante os tempos livres, quando os jogadores estão em cas, a tendência é usarem equipamentos fixos, mais potentes, como uma consola de última geração. Se o momento eleito para jogar for o trajeto para o trabalho, entram em cena os smartphones e os tablets.

Foi precisamente a possibilidade de usar dispositivos móveis para jogar que impulsionou a indústria dos videojogos e o que mais contribuiu para a mudança de comportamento dos jogadores, destaca o estudo.

Há uns anos atrás, os utilizadores de telemóvel limitavam-se aos jogos pré-instalados nos seus dispositivos, enquanto hoje se dirigem às lojas de aplicações para procurarem novos jogos que respondam às suas preferências.

Outra das mudanças apontadas é que os videojogos já não são "coisas de menino", com as mulheres a subirem acentuadamente na quota de "jogadores".

Entre as situações que mais incomodam hoje em dia os adeptos dos videojogos estão a interrupção do jogo causada por uma má ligação à Internet, a má qualidade do jogo e os encargos se o pacote de dados for excedido.

Como tendências de futuro, os inquiridos apontam o papel que a nuvem poderá vir a ter na indústria dos videojogos e a vantagem que seria não ter de depender de um só dispositivo para jogar.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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