Ministério da Educação, Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações, JP Sá Couto e Caixa Mágica reuniram ontem e decidiram que os conteúdos do Magalhães vão ser revistos. O processo deverá estar concluído até final da próxima semana.

A medida, explica uma nota do ministério, procura aferir "a conformidade com as exigências do ME" dos programas instalados no computador. As inconformidades detectadas serão corrigidas através de actualizações que vão chegar às escolas através de pens.

Recorde-se que no Sábado passado o semanário Expresso denunciava a existência de erros num dos jogos pré-carregados na versão Linux do equipamento, como o TeK tinha escrito na passada segunda-feira.

O Ministério da Educação reagiu aos erros lançando um manual de desinstalação da aplicação GCompris, a visada pelas incorrecções, e pedindo que a aplicação fosse removida dos novos equipamentos configurados pela JP Sá Couto.

Surge agora uma Petição onde se pede que o ministério não avance com a decisão. Na petição alega-se que os erros já foram corrigidos "estando a solução disponível para todos os utilizadores e escolas".

"Neste contexto, erros na tradução para Português que foram prontamente corrigidos ainda a notícia não tinha sido publicada no Expresso, não se justifica na opinião dos subscritores que o GCompris seja removido da instalação base", acrescenta o documento.

Os signatários sublinham que "apesar de reconhecerem a gravidade dos erros de tradução, não lhes parece que estes sejam mais graves do que falhas de segurança ou outros bugs de software que podem ocorrer em qualquer sistema, mesmo naquele que é utilizado na maioria dos computadores pessoais".

Na altura em que o TeK publicou esta informação a Petição reunia cerca de cinco dezenas de assinaturas.

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