Karsten Gerloff falava no Euskal Encounter, realizado este domingo em Biscaia, Espanha, criticando duramente as multinacionais ligadas à área das tecnologias, que acusa de roubarem informação dos seus utilizadores.

“Damos-lhes os nossos dados e também a nossa confiança, porque achamos que protegem a nossa privacidade”, mas “sem qualquer aviso prévio, estas empresas estão a alimentar os serviços secretos. Pala elas somos produtos, não clientes”, referiu citado pela Europa Press.

O presidente da associação do software livre para a Europa acusa ainda as gigantes da Internet de terem dividido entre si as “estruturas de controlo” instituídas, consoante o sector em que cada uma atua.

Na divisão de tarefas, o “Facebook define quem somos, a Amazon estabelece o que queremos e o Google determina o que pensamos”.

Apesar de tudo, o responsável não antevê um futuro sorridente para tais empresas. “Se a Google quiser sobreviver a longo prazo terá que reinventar-se. A Microsoft não o fez, por isso creio que vá desaparecer dentro de cinco ou dez anos”.

Relativamente ao Facebook, as previsões são de que quando o interesse pela rede social começar a baixar acontecerá tudo muito rapidamente. “Ao Facebook dou-lhe três anos. É uma lei matemática. Passou-se com o MySpace vai voltar a passar-se”, considera.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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