A SCO avançou com uma nova versão do seu software OpenServer. O lançamento da versão 6 é uma tentativa de fazer crescer o nível das receitas em Unix, que nos últimos trimestres têm vindo a cair, e aumentar a quota junto de empresas com elevado número de utilizadores, onde aquele tipo de software é tendencialmente mais forte.



Só no último trimestre as receitas de Unix da SCO caíram dos anteriores 8,4 milhões de euros para 7,8 milhões, numa comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.
Esta nova versão duplica os níveis de performance e pode ser usado em máquinas suportadas por processadores de 32 bits e memória até 16GB, diz um comunicado.



O lançamento da nova versão do software foi acompanhado do anúncio de suporte a vários produtos open source, integrados na nova versão do software, num movimento entendido como uma aproximação a esta área do mercado e um recuo na estratégia que se vinha materializando em acções judiciais.



Recorde-se que a SCO tem a correr um conjunto de processos contra a IBM e os utilizadores de Linux, por considerar que o sistema operativo partiu do Unix para se desenvolver, infringindo direitos proprietários.



Entre as aplicações adicionais, integradas com o SCO OpenServer 6, a SCO anunciou o Samba, MySQL, Firefox, Tomcat, Apache e PostgreSQL. Todos os produtos vão ficar disponíveis através do sistema de licenciamento GPL.



A última versão do software Unix da SCO está disponível por 599 dólares, para dois utilizadores e por 1,399 dólares para grupos de dez utilizadores.



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