A AOL juntou-se à Zogby International por forma a apurar as tendências de consumo este Natal e concluiu que 80 por cento dos internautas norte-americanos planeiam comprar online. Destes, 24 por cento afirmam que vão gastar a maior parte do orçamento de Natal nas compras pela rede, pelo que os alertas à possibilidade de fraudes voltam a fazer-se ouvir.
Os motivos que levam os consumidores a optarem pelas lojas na rede prendem-se na sua maioria com o factor tempo. Cerca de 58 por cento dos inquiridos afirmam poupar horas de compras através das lojas online. Por outro lado, 32 por cento defende que esta é uma forma mais eficaz de comparar preços enquanto que, 29 por cento defende que na rede encontra produtos que dificilmente poderá adquirir nos espaços físicos.
Entre as categorias de produtos mais procurados destacam-se os livros e a música (60 por cento), electrónica (35 por cento), brinquedos e jogos (31 por cento), roupa (29 por cento) e software para computadores (23 por cento).
Uma análise da U.S. Federal Trade Commission (FCT), revela que este ano serão ultrapassados novos recordes no que diz respeito às compras na Web. Os dados recolhidos pela Federação de Retalho norte-americana demonstram que os consumidores do referido país pretendem comprar cerca de 25 por cento das prendas pela Internet, com o utilizador comum a gastar em média 800 dólares.
Estes números levaram várias entidades a alertar os consumidores para os riscos das compras online, principalmente nesta altura do ano. A FCT refere que em 2005 os danos por fraude na rede, na época natalícia, chegaram aos 340 milhões de dólares.
No seguimento destes dados, um estudo recente efectuado pela National Consumers League (NCL) em parceria com a Symantec apurou que, durante a próxima época festiva, dez por cento dos adultos que compram através da Internet poderão tornar-se uma vítima de fraude online.
A mesma fonte admite que este ano o numero de utilizadores que optam pela rede para efectuarem as suas compras de Natal vai aumentar, comparativamente ao ano passado.
A NCL aconselha os internautas a comprarem os bens em lojas seguras, por forma a garantir a protecção dos seus dados e a utilizarem de software de protecção eficaz e actualizado por forma a protegerem-se de ataques fraudulentos.
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