Uma pesquisa conjunta efectuada por algumas das principais empresas com presença online mostra que no Reino Unido, França e Alemanha, onde as questões relacionadas a limitação nos acessos à Internet estão na ordem do dia, 91 por cento dos consumidores pretendem continuar a ter acesso livre a todos os tipos de conteúdos disponibilizados na rede.
Segundo a análise, os subscritores pretendem que os ISPs mantenham as ofertas, sem restrições ou limitações ao tipo de serviços acedidos, pedindo por isso a "neutralidade na Internet".
Apenas cinco por cento dos inquiridos manifestam o apoio ao controlo das velocidades e imposição de taxas a quem acede a serviços que exijam maior rapidez nos acessos ou a quem acede a plataformas consideradas "ilegais".
O estudo foi apresentado no Parlamento Europeu pelas gigantes Google - que fala também pelo YouTube -, Skype, eBay, Yahoo!, PriceMinister e Dailymotion, que pedem a revisão da legislação comunitária sobre as telecomunicações por parte da União Europeia.
Isto porque, as companhias temem que a nova regulação imponha aos ISPs o controlo dos acessos a determinadas plataformas e que estes aproveitem esse factor para facilitar o tráfego em canais pertencentes a companhias associadas.
A apresentação desta proposta contou com o apoio da eurodeputada Karin Riis-Jorgensen, que sublinhou que, se o acesso a determinadas páginas é limitado ou prejudicado por um operador, provavelmente os consumidores alteram o seu comportamento na procura de novos serviços dada a falta de qualidade prestada, o que prejudicará o sector.
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