O Facebook levou em conta as exigências dos utilizadores e colocou a votos as mudanças previstas à sua política de privacidade. Os membros da rede social têm até sexta-feira, 8 de junho, para votar na página do serviço.

O resultado, que será publicado no dia seguinte, apenas será vinculativo se mais de 30% dos membros da rede social participarem na votação. Caso assim não aconteça, a empresa pode ou não respeitar a orientação manifestada pelos utilizadores.

Há cerca de duas semanas, utilizadores do serviço e ativistas reclamaram o direito a opinar sobre as alterações à política de privacidade do Facebook, invocando uma regra presente nos estatutos do serviço.

A disposição em causa dá aos membros da rede social o direito a serem ouvidos, em votação, sempre que a empresa queira alterar as políticas de privacidade e a mensagem publicada para avisar os utilizadores tenha mais de 7.000 comentários. O número foi amplamente excedido no caso da última mudança proposta, com mais de 45.000 utilizadores a comentarem o post.

Para além de reclamarem o direito a ser ouvidos em votação, os utilizadores contestaram algumas alterações previstas e fizeram propostas a serem incluídas nas mudanças.

A rede social assentiu e preparou uma votação, mas esta apenas permite optar entre manter os documentos que atualmente gerem a política de privacidade e uso de dados do serviço ou "aprovar" a mudança para novos documentos. À hora em que foi publicado este artigo, a larga maioria dos votantes era a favor da manutenção dos documentos vigentes.

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Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Joana M. Fernandes

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