Investigadores do FBI investigaram os casinos virtuais do Second Life em busca de actividades ilegais que violassem as normas de jogo norte-americanas.




As operações seguiram com o consentimento dos criadores da comunidade que já haviam convidado as autoridades norte-americanas a pesquisar algum tipo de irregularidade nas casas de jogo virtuais, escreve a Reuters com base em declarações do vice-presidente do site, Ginsu Yoon.




O responsável afirmou que a Linden Labs, empresa que tutela a plataforma virtual, queria ter informações precisas acerca das normas associadas a jogos de azar existentes no Second Life mas que não havia recebido qualquer tipo de orientação por parte do governo norte-americano.




Até ao momento ainda não foi revelada qualquer decisão do governo dos Estados Unidos relativamente à legalidade do jogo virtual presente no Second Life.




Actualmente a plataforma acolhe centenas de casas de jogo que disponibilizam as mais diversas máquinas e actividades de apostas. Embora não seja possível traçar o volume total de lucros gerados por estes espaços virtuais, sabe-se que as três maiores casas de jogo do Second Life lucram cerca de 1,5 mil dólares por mês, cada uma.




O facto das autoridades norte-americanas estarem a encerrar alguns casinos online e a deter os responsáveis pelos mesmos tem preocupado a Linden Labs. Vários advogados concordam que mesmo sendo utilizado o dinheiro virtual da plataforma, que pode ser trocado a qualquer hora por dólares verdadeiros, continuam a ser violados os estatutos anti-jogo norte-americanos que condenam qualquer troca "com valor" neste tipo de actividades.




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