Uma operação internacional de combate à venda de medicamentos ilegais ou contrafeitos resultou na identificação de 694 sites, 23 dos quais em domínios de topo portugueses, revelou hoje o Infarmed, que também participou na acção.

A iniciativa, que terminou esta semana, levou ainda à apreensão, em território nacional de 40 encomendas postais, de um total de 2.296 inspeccionadas adiantou a Autoridade Nacional do Medicamento. As diligências terão impedido a entrada no país de 5.445 unidades de medicamentos contrafeitos, estima a associação.

A operação denominada Pangea III, organizada pelo IMPACT (International Medical Products Anti-Counterfeiting Taskforce), da Organização Mundial de Saúde, e coordenada pela Interpol, contou ainda com as participações a nível local da ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e da DGAIEC - Direcção Geral das Alfândegas e Impostos Especiais sobre o Consumo.

A nível internacional, a operação resultou na suspensão ou retirada de 290 sites que disponibilizavam medicamentos ilegais ou contrafeitos, na apreensão de 11 mil encomendas (depois de 268 mil inspeccionadas). Setenta e seis pessoas foram ainda detidas ou colocadas sob investigação, numa iniciativa que decorreu entre 5 e 12 de Outubro e envolveu mais de 40 países.

Uma das vertentes da acção passava também pelas campanhas de informação, que em território nacional foi desenvolvida pelo Infarmed, recorrendo à Internet como plataforma de divulgação através do vídeo que reproduzimos abaixo.

No âmbito de uma operação internacional de combate à venda ilegal de medicamentos, o Infarmed desenvolveu um vídeo em que apela à sensibilização da população para os riscos de comprar medicamentos online, que reproduzimos abaixo.

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