Quase a completar nove meses de vida, o serviço de alojamento online Mega recebe diariamente cerca de 100 pedidos de remoção de conteúdos alegadamente ilegais. Um valor que na opinião do diretor executivo da empresa, Vikram Kumar, é baixo quando comparado com outros serviços Web.

Um dos exemplos apontado pelo CEO do Mega foi o Youtube, que segundo ele, recebe por mês mais de 15 milhões de pedidos de remoção de conteúdos. E no caso do Mega, cem pedidos nos quase três milhões de ficheiros que são carregados diariamente, acaba por ser um valor residual na opinião do executivo.

Dos utilizadores que pagam para subscreverem mais capacidade e funcionalidades do Mega, destaca-se o perfil de internautas cujas profissões são de "colarinho branco". "Contabilistas, advogados, conselheiros financeiros, arquitetos.. este são os tipos de pessoas que estão dispostos a pagar por segurança e privacidade online", disse Vikram Kumar numa videoconferência, citado pelo The Guardian.

O CEO do Mega voltou a reforçar a questão da segurança ao dizer que o serviço é mais seguro e mais rápido que a Dropbox, um dos líderes de mercado de armazenamento cloud.

"No futuro queremos ser uma empresa de comunicação e de colaboração através da cloud", acrescentou o diretor executivo, reforçando assim os planos já revelados por Kim Dotcom de que o Mega iria ter um serviço de comunicação.

Vikram Kumar revelou ainda que há uma fabricante de televisores - nunca dizendo qual - que usa o sistema de cloud do Mega para suportar funcionalidades multimédia nos equipamentos que produz.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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