Ao longo de todo o ano passado o número de computadores que no país foram afectados por ameaças de segurança diminuiu de forma significativa. Se no quarto trimestre de 2009 Portugal figurou no top dos cinco países que em todo o mundo acumulavam mais vítimas de problemas de segurança informática, durante todo o ano passado melhorou essa posição e não voltou ao Top 5.



Num relatório de segurança ontem divulgado pela Microsoft (Security Intelligence Report), revela-se que as taxas de infecções no país flutuaram ao longo dos últimos seis trimestres, mas no final do ano os casos de malware tinham diminuído 37,6 por cento.



Ainda assim, os problemas mais comuns detectados nos computadores portugueses, no que se refere ao último trimestre de 2010, foram os que se incluem na categoria "Software potencialmente indesejado", descreve-se no estudo da fabricante. Este tipo de problemas afectou 34,7% dos computadores com problemas de segurança, contra 27 % nos três meses anteriores.

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O estudo também revela que o phishing, tirando partido das redes sociais, é um tipo de esquema que tem crescido de forma significativa, passando de 8,3 por cento em Janeiro de 2010 para 84,5 por cento em Dezembro do mesmo ano.



Da mesma forma, o software de segurança falso ou Scareware ganhou espaço de destaque entre os criminosos, como meio para roubar dinheiro aos utilizadores de Internet.



Os cibercriminosos, por seu lado, agem cada vez mais em dois registos diferentes: de forma altamente sofisticada; ou recorrendo a métodos mais acessíveis e convencionais.



Os primeiros perseguem alvos de alto valor, em troca de recompensas expressivas. Os segundos dirigem-se ao utilizador comum, cada vez mais na mira dos esforços de fraude dos criminosos online.

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