A Google acredita que a quantia de 99 cêntimo de dólar por mês - é de acreditar que a acontecer na Europa, haja uma conversão direta - é baixa o suficiente para captar o interesse de milhares de internautas. A tecnológica norte-americana tenta assim mais um modelo de subscrição no YouTube, depois de ter estreado o serviço de música.

Pagar para não ver anúncios no YouTube. Esta é mais uma forma de a tecnológica de Mountain View explorar monetariamente a plataforma de vídeos. Mas com este rumor, dado em primeira mão pela CNBC, surgem várias questões.

Sabendo que o YouTube vive muito dos anúncios, será que o modelo de subscrição será suficiente para compensar as menores visualizações que os anunciantes conseguirão? A publicidade é também a receita primária de muitos canais na plataforma - como é que ficará a situação dos criadores?

O executivo Robert Kyncl terá revelado a novidade na conferência Code/Media, dizendo que a tecnológica está apenas a ultimar o novo serviço. O modelo de subscrição deve ficar disponível dentro de alguns meses, a única janela de tempo citada pela imprensa internacional.

Atualmente o YouTube explora os anúncios de diferentes formas, mas aquela que os internautas mais conhecem é a dos anúncios integrados nos vídeos. Antes de "arrancar", surge uma publicidade. Dependendo da duração da mesma, é possível saltar ao fim de cinco segundos ou será necessário ver a publicidade até ao fim - nestes casos nunca têm mais de 15 segundos.

A Google já estará a testar um serviço semelhante desde maio de 2013, mas num modelo diferente: permitiu que canais específicos cobrassem uma subscrição aos seus seguidores, só para retirar anúncios das produções daquele canal.

Nos últimos resultados financeiros a Google revelou que as receitas do YouTube tinha crescido 100% entre 2013 e 2014, muito graças ao sistema de anúncios implementado na plataforma.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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