O ataque reivindicado pelo grupo Anonymous aconteceu a 25 de abril último e desde o dia seguinte, 26 de abril, que a página da PGDL estava inacessível preventivamente, assim como o site do Sistema de Informação do Ministério Público (SIMP), para que os peritos informáticos pudessem apurar qual a origem do ataque e a totalidade dos dados acedidos.

A intenção era que os sites voltassem a ficar disponíveis no início da semana passada, mas tal acabou por só se verificar agora.

De acordo com informações veiculadas na imprensa nacional, o protesto online conduzido pelo grupo Anonymous, intitulado de Apagão
Nacional, deu acesso aos dados de mais de dois mil procuradores, números de telemóvel e endereços de email. A PGDL diz que os mesmos dados já teriam sido revelados em 2011.

Na página do Facebook os Anonymous Portugal explicaram que a motivação do ataque decorreu da atual conjuntura que o país atravessa "vítima de quem nos desgoverna, vítima de corrupção, medidas políticas erradas. Valores e direitos conquistados no 25 abril de 1974 estão a ser retirados e alienados".

O ataque feito à página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa terá sido feito em conjunto por três das equipas que compõe o grupo Anonymous Portugal: SideKingdom, Sud0H4k3rs e OutsideTheLaw.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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