A China garantiu hoje que o Governo do país não esteve envolvido nos ciberataques que tiveram como alvo o Google e a Adobe, entre outras entidades, apesar de continuar a defender a política de censura da informação. Mas a ciberguerra em curso parece estar longe de terminar e no último fim-de-semana várias organizações de direitos humanos sofreram ataques de DDOS (Distributed Denial of Service).

A resposta oficial da China surgiu depois das ameaças da Google de abandonar o país e das preocupações expressas directamente pela Casa Branca em relação às políticas do Governo quanto à censura da informação na Internet. Em declarações à agência noticiosa oficial, Xinhua, um porta voz do ministério da informação garantiu que a acusação não tem qualquer fundamento.

Entre os sites afectados pelos novos ataques, semelhantes aos que foram dirigidos contra o Google, estão o Chinese Human Rights Defenders e quatro grupos relacionados com esta organização. Alguns dos sites estiveram offline mais de 16 horas entre Sábado e Domingo.

As organizações acusam directamente o governo chinês de ser o suspeito mais provável da responsabilidade dos ataques, apesar de admitirem não ter forma de provar a acusação.

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