A Universidade de Carnegie Mellon recebeu um subsidio do Departamento de Defesa dos Estados Unidos para desenvolver o estudo de técnicas e ferramentas de combate ao cibercrime. O programa de financiamento tem uma duração prevista de cinco anos e 35,5 milhões de dólares e será empregue no Center for Computer and Communications Security.




Este centro já desenvolvia vários tipos de pesquisa sobre segurança e a forma de aplicar tecnologia de inteligência artificial a componentes informáticos para criar contra medidas eficazes em casos de ataques de hackers.



A pesquisa será agora alargada a formas de identificação biométrica, como impressões digitais e reconhecimento da íris ou do rosto e voz para confirmar a identidade dos utilizadores de computadores no acesso a sistemas mais críticos.



Pradeep Khosla, director do Centro de Investigação, explicou ao New York Times que os problemas de segurança sempre existiram, mas que o Terrorismo os tornou mais visíveis. Este responsável acredita que no futuro próximo iremos assistir a uma combinação de várias medidas diferentes para proteger os sistemas de acessos não autorizados, juntando processos de inteligência artificial com identificação biométrica e vídeo-vigilância.




A Universidade de Carnegie Mellon tem estado ligada a diversos projectos de pesquisa sobre segurança e a Internet e alberga o CERT, um centro de segurança para a Internet.




Notícias Relacionadas:

2002-10-03 - Governo norte-americano revela lista das vulnerabilidades informáticas mais comuns

2002-02-19 - Governo norte-americano apresenta relatório de Cibersegurança

2002-02-13 - CERT avisa que protocolo para dispositivos de redes tem várias vulnerabilidades

Não perca as principais novidades do mundo da tecnologia!

Subscreva a newsletter do SAPO Tek.

As novidades de todos os gadgets, jogos e aplicações!

Ative as notificações do SAPO Tek.

Newton, se pudesse, seguiria.

Siga o SAPO Tek nas redes sociais. Use a #SAPOtek nas suas publicações.