A fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações prevê também que, entre 2016 e 2018, o seu negócio no Velho Continente possa gerar ganhos de 1.000 milhões de dólares.

As afirmações são de Patrick Zhang, responsável de marketing do Huawei Enterprise Business Group, em declarações ao China Daily, segundo a Reuters.

A fabricante chinesa mostra assim que continua empenhada em investir na Europa, apesar de as entidades europeias ainda estarem a ponderar a hipótese de avançarem com um processo por presumivel comportamento anticompetitivo contra a empresa – ao qual também se junta a ZTE.

Durante a entrevista, o responsável da Huwei afirmou que a Europa oferecia mais potencial de crescimento do que os Estados Unidos, referindo por comparação o caso com a administração norte-americana. “O progresso de expansão na Europa é diferente do dos EUA, onde temos dificuldades de acesso geradas pelas razões infundadas apresentadas pelos norte-americanos".

Patrick Zhang referia-se ao relatório resultante de uma investigação realizada no ano passado pelo congresso, que concluía que empresas chinesas como a Huawei ou a ZTE mantinham forte ligação com o governo chinês e aconselhava as empresas norte-americanas a não fazerem negócio com tecnológicas chinesas.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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