Aproximadamente 90 por cento dos norte-americanos com idades compreendidas entre os cinco e os 17 anos usam computador e 59 por cento acedem à Internet, facto igualmente comum numa em cada quatro crianças com menos de cinco anos. Os dados são de um estudo recente do US Department of Education denominado "Computer and Internet Use by Children and Adolescents in 2001".



Tal como os adultos, os mais jovens tem razões variadas para navegar na Web. Cerca de três em cada quatro recorrem à Internet para completar os seus trabalhos da escola, enquanto mais de metade usa a Rede para enviar emails, mensagens instantâneas ou jogar.



Um segundo estudo da mesma agência governamental americana, baseado em dados de 2002, mostra que nos últimos oito anos, o acesso à Internet nas instituições de ensino públicas norte-americanas cresceu dos 35 para os 99 por cento.



Denominado "Internet Access in U.S. Public Schools and Classrooms: 1994-2002", este relatório anual do departamento que pretende dar a conhecer a disponibilidade e a taxa de utilização das tecnologia nas escolas indica igualmente que o acesso à Internet a partir da sala de aula subiu dos três por cento verificados em 1994 para os 92 por cento em 2002.



Actualmente existe um computador com acesso à Internet por cada 4,8 alunos, uma melhoria face ao ratio de 12 para um verificado em 1998, altura em que a questão foi "quantificada" pela primeira vez.



No Outono de 2002, 53 por cento dos estabelecimentos de ensino norte-americanos com acesso à Internet indicaram disponibilizar os computadores aos estudantes fora do horário de funcionamento escolar normal - 96 por cento depois da escola, 74 por cento antes e seis por cento durante os fins de semana.



Oitenta e seis por cento das escolas visadas indicaram que tinham um site ou página na Web, face aos 75 por cento registados em 2001.



Os métodos utilizados para controlar o acesso a conteúdos online inapropriados foram variados, com 96 por cento dos estabelecimentos de ensino a recorrerem a software especifico para tal, 91 por cento a colocar os professores de vigia, 82 por cento tinham um acordo escrito assinado pelos pais, 77 por cento acordos assinados pelos alunos, 41 por cento optaram por códigos de honra e 32 por cento só permitiam o acesso a uma intranet.




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