O gestor judicial encarregue do processo de falência da Qimonda continua a apostar na hipótese de aquisição da empresa por um investidor asiático e apresentou três cenários alternativos para a transformação da companhia de semicondutores, que passam pela utilização de apoios estatais.
De acordo uma notícia do jornal Die Welt, citado por vários meios de comunicação internacionais, a Qimonda poderá ter de mudar de nome, passando a chamar-se New Co. O jornal terá tido acesso a um documento confidencial de 29 páginas preparado pelo gestor judicial que aponta três cenários de transformação da Qimonda.
Entre as várias hipóteses está a eliminação das linhas de produção, tornando a empresa num centro puro de desenvolvimento tecnológico. Neste caso seriam desactivadas as várias linhas de produção, entre as quais a que se mantém em Vila do Conde.
Nas várias hipóteses descritas pelo gestor judicial há também um modelo misto, com a manutenção de um pequeno centro de produção, mas qualquer dos cenários implica reduçãod e efectivos.
A unidade de Vila do Conde encontra-se actualmente encerrada até dia 14 de Abril, numa suspensão da produção que muitos funcionários acreditam que será definitiva. O processo de insolvência também já avançou em Portugal, a par do que decorre na Alemanha.
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