A contenda que opunha a Intel e Via Technologies, devido a alegada violação de cinco patentes no novo chipset (K7) chegou finalmente ao fim, devido ao esforço de redesign dos produtos efectuado pela Via, que evitou expressamente infringir as patentes da Intel.
Dentro do âmbito do acordo, a Intel não deverá manter a queixa em tribunal sobre a alegada violação das patentes dos Estados Unidos nº. 5.926.651 e 5.051.622, cujo julgamento estava agendado para 22 de Janeiro. A Intel não prescinde todo os seus direitos às patentes e até poderá processar no futuro aquela empresa se novas infracções se verificarem, mas por enquanto nada fará.
Esta acalmia no sector da construção de chipsets nada tem a ver com os outros processos que incluem aquelas duas empresas e que ainda decorrem no Tribunal distrital de Delaware, no Texas, no Reino Unido, Na Alemanha e em Hong Kong relacionados com as licenças de fabrico de chipsets, respectivamente Via P4X266 e o microprocessador C3.
A Intel tem vindo a advertir os construtores de PCs para não usarem aqueles chipsets da Via, visto que esta empresa não detinha licenças para os fabricar. A Intel procura que a Via Networks seja impedida de comercializar o chipset P4X266, o primeiro a usar a memória DDR SDRAM (Double-Data-Rate Synchronous DRAM) em vez das memórias Rambus DRAM.
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