O Mega, serviço de partilha de ficheiros lançado a 19 de janeiro, tem vivido dias de glória. Com três milhões de utilizadores registados e cerca de cem milhões de ficheiros alojados atualmente, Kim Dotcom revelou que os próximos passos vão ser dados no plano económico.

Numa publicação feita na rede social Twitter o fundador do Mega escreveu que em seis meses pretende fazer uma ronda de investimentos e dentro de um ano e meio vai ponderar a hipótese de listar a empresa na bolsa de valores. A acontecer, a o NZX, índice da Nova Zelândia, seria a "casa" mais provável para o movimento financeiro da plataforma.

O curto tempo de vida do Mega é insuficiente para prever a quantidade de dinheiro que o serviço cloud poderia reunir numa ronda de investimentos pré-IPO e quanto poderia valer na Oferta Inicial Pública.

O Facebook, a Zynga e o Groupon foram empresas ligadas à Internet que tentaram a sorte na bolsa e até ao momento os resultados não têm sido satisfatórios.

O milionário alemão parece estar a querer profissionalizar a plataforma de partilha com processos que normalmente as startups com sucesso atravessam. Recentemente o Mega ganhou também um diretor executivo, Vikram Kumar.

Tanto a ronda de investimentos como uma IPO seriam uma forma de Kim Dotcom arranjar mais parceiros que lutassem pelo Mega em processos judiciais. Resta saber se existem muitos investidores e empresas dispostos a apostarem numa plataforma que é conotada com atividades ilegais e que volta e meia se vê envolvida em escândalos.

O CEO do Mega na publicação neozelandesa Stuff revelou ainda que as regiões europeias e sul-americanas são as que registam maior taxa de utilizadores a nível global.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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