Os resultados líquidos da Vodafone Telecel registaram um crescimento de 24,3 por cento, para os 81,4 milhões de euros, ou 0,38 euros por acção, durante os nove meses terminados a 31 de Dezembro de 2002, anunciou hoje a empresa.



No mesmo período, o EBITDA da operadora cresceu 12,7 por cento para os 236,4 milhões de euros. A margem do EBITDA sobre as receitas de serviços cifrou-se em 31,9 por cento nos nove meses findos em 31 de Dezembro de 2002, um aumento de 2,3 pontos percentuais face aos 29,6 por cento registados no mesmo período do ano anterior.



As receitas totais operacionais e de serviços atingiram, respectivamente, os 800,3 milhões de euros e 740,9 milhões de euros, valores representativos de um crescimento de 3,7 por cento e 2,6 por cento relativamente ao mesmo período do ano anterior.



Compostas pelas receitas de serviços facturados a clientes e pelas receitas de serviços celulares facturados a operadoras, as receitas de serviços celulares durante os três últimos trimestres de 2002 registaram um valor recorde de 475,7 milhões de euros no primeiro caso, enquanto no segundo ascenderam a 244,5 milhões de euros, apresentando um aumento de 8,2 por cento e um decréscimo de 8,6 por cento, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com o comunicado da Vodafone Telecel, o decréscimo das receitas de serviços celulares a operadores está relacionado com a redução das tarifas de interligação fixo-móvel e móvel-móvel impostas pela Anacom.



A 31 de Dezembro de 2002, o número de clientes da operadora ultrapassava a barreira dos três milhões, ascendendo a 3.037.084, em resultado da adição de 199.069 clientes durante os nove meses findos naquela data. Os clientes de serviços pré-pagos representavam cerca de 73 por cento da base registada no serviço celular da Vodafone Telecel, comparativamente aos 74 por cento de há um ano atrás. Representativa de um decréscimo de 8,7 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, a receita média mensal por cliente registado - ou ARPU - foi de 27,24 euros.



A Vodafone informa ainda que durante os últimos três trimestres de 2002, o ARPU relacionado com as receitas de serviços celulares a clientes foi de 17,99 euros, enquanto o ARPU relacionado com as receitas de serviços celulares a operadores foi de 9,25 euros, valores representativos de decréscimos de três e de 18,1 por cento, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.



O tráfego na rede nacional da operadora registou um crescimento de nove por cento, relativamente aos últimos nove meses de 2001 tendo o número de minutos celulares de voz facturados alcançado um total de 3.622 milhões. A utilização média mensal de cada cliente foi de 137 minutos de voz, menos 2,1 por cento, enquanto o mesmo indicador para os clientes empresariais foi de 154 minutos de voz, num aumento de 0,7 por cento.



As receitas dos dados móveis, que compreendem SMS (Short Message Service), acesso móvel à Internet, dados e fax, ascenderam a 46,8 milhões de euros nos nove meses findos em 31 de Dezembro de 2002, num crescimento de 29,3 por cento face a igual período de 2001, representando 6,5 por cento das receitas de serviços celulares da Vodafone Telecel.



Dos mais de três milhões de clientes da operadora, cerca de 40 por cento utiliza regularmente o serviço de mensagens escritas (SMS), tendo gerado uma média mensal de 66 mensagens no período observado, refere a Vodafone Telecel.



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