O documento chama-se "Manifesto contra a Crise -- Compromisso com a Ciência, a Cultura e as Artes" e a partir de amanhã estará online para que possa ser assinado por quem subscreva as ideias ali alinhadas.



Defende que "uma política (inter)nacional contabilística, que se prolongará nos tempos próximos, está a arruinar o presente e o futuro de uma geração de estudiosos e de artistas". Pede medidas que fixem os jovens no país e tirem partido dos recursos altamente qualificados, implementando para isso políticas que reflitam estratégias claras e bem definidas.



O Manifesto será apresentado hoje ao final da tarde na Fundação Calouste Gulbenkian, numa apresentação que contará com as intervenções de Carlos Fiolhais, investigador, Teolinda Gersão e Miguel Real, escritores, ou Viriato Soromenho Marques, Annabela Rita e João Caetano, professores.



Segundo o jornal público, na mesma sessão será revelado um calendário de conferências que recuperam o espírito das Conferências Democráticas do Casino, realizadas no final do século XIX. As Novas Conferências do Casino vão realizar-se no casino de Estoril e até final deste ano terão sete edições.



O Manifesto é uma reação ao desinvestimento do governo em áreas como a cultura e a ciência, que surge depois de serem conhecidos os resultados dos concursos para bolsas de doutoramento e pós-doutoramento da FCT.



Em ambos, o número de candidaturas aprovadas está muito longe do números de candidaturas apresentadas e dos valores médios de apoio para este tipo de projetos nos anos anteriores. O governo justificou que o número de bolseiros está muito acima do dinheiro que há para gastar na ciência.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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