Apenas cerca de 7 por cento da população activa da União Europeia se encontrava em 2002 a trabalhar nas áreas de alta e média tecnologia, enquanto mais de 30 por cento se dedicava a serviços baseados em conhecimento intensivo ou KIS (knowledge intensive services). Estas são algumas das principais conclusões de um estudo apresentado no final da semana passada pelo EuroStat.

De acordo com a mesma fonte, estes números confirmam um crescimento gradual dos serviços de conhecimento intensivo de 3,1 por cento entre os anos de 1997 e 2002. Já a área da média e alta tecnologia se ficou por uma taxa de crescimento bem inferior no mesmo período, 0,9 por cento.

Em termos de países, a Alemanha foi aquele onde a área de média e alta tecnologia ocupou a maior proporção da força de trabalho (com 11,4 por cento), seguida da Itália e da Finlândia (ambas com 7,4 por cento). No que diz respeito ao KIS, o país com maior percentagem de representação desta actividade é a Suécia, com 47 por cento, a Dinamarca, com 40,8 por cento, e Reino Unido com 40,8 por cento.

No que diz respeito a Portugal, o país apresenta uma percentagem de 3,3 por cento de trabalhadores na área de média e alta tecnologia e de 19,3 por cento no sector de serviços baseados em conhecimento intensivo.

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