A Comissão Federal do Comércio processou a Intel, acusando a líder mundial de processadores de práticas anti-concorrenciais. A FTC (sigla em inglês) - organismo americano de regulação da concorrência, independente do Estado - defende que a empresa actua no sentido de bloquear as operações da concorrência e com isso prejudica as opções de escolha dos consumidores e prejudica a inovação no mercado de processadores.
No processo, o organismo norte-americano pede aos tribunais que bloqueiem a capacidade da Intel para "ameaçar os fabricantes de PC, fazer bundles de preços ou outro tipo de ofertas que encorajem acordos de exclusividade, diminuam a concorrência ou manipulem de forma injusta o preço dos seus chips".
São referidos os nomes de fabricantes como a HP, Dell e IBM, como principais alvos das ameaças da Intel, os mesmos referidos no processo anunciado no mês passado pela procuradoria de Nova Iorque.
Esta é mais uma entre várias acusações que recaem sobre a líder mundial dos processadores. Na Europa um caso idêntico teve como desfecho uma multa de mil milhões de euros, agora em fase de recurso pela empresa.
Mais recentemente a empresa anunciou também um acordo com a principal rival e autora de várias queixas aos reguladores de mercado, a AMD, para pôr fim às disputas legais que mantinham. Por este acordo a Intel pagou mais de mil milhões de dólares.
A Intel já reagiu ao novo processo, que não envolve qualquer pedido de indemnização, e garante que as acusações da FTC são infundadas e parte delas nem sequer tem enquadramento na actual legislação americana.
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