“2015 foi um ano muito importante para o desenvolvimento de HANA”, afirmou Rui Gaspar num encontro com jornalistas onde o diretor de base de dados, tecnologia e analytics da SAP Portugal fez um balanço da utilização da plataforma in-memory da empresa a nível global mas também da adoção em Portugal.

No final de 2015 a SAP somava 85 clientes de HANA em Portugal, mais 55% do que no final de 2014, e cerca de 4 dezenas eram clientes de S/4 HANA, a plataforma que foi lançada no final do ano passado e que abrange todas as áreas de atividade, entre as quais se contam as áreas financeiras, logística e vendas.

Segundo Rui Gaspar, o número de clientes divide-se de forma quase equitativa entre grandes e pequenas e médias empresas, até porque os benefícios do HANA podem ser sentidos por empresas de diversos sectores e diferentes dimensões. A nível global o crescimento registado é também relevante, com mais de 2.700 clientes a adoptarem o S/4 HANA.

Mas este crescimento faz-se apenas nos clientes já com soluções SAP? Rui Gaspar garante que há uma percentagem importante de clientes novos, mesmo em Portugal onde a base de clientes SAP é muito relevante, até porque é um dos países com maior penetração de utilização das soluções de negócios da empresa alemã.

Inovação sem disrupção

Muitos dos casos apresentados pela SAP para o HANA decorrem de evoluções tecnológicas em plataformas já SAP, que ainda agora começam a transformar também os processos de negócio. É o caso da Visabeira que mudou as bases de dados para HANA, onde estão em produção há mais de um ano, mas onde já se sentem os benefícios da computação in-memory no planeamento das atividades dos clientes de rua e na dispensa de sistemas paralelos.

O caso dos CTT é outro dos referidos por Rui Gaspar, sobretudo pela estratégia de digitalização que a empresa está a desenvolver e que passa pela alteração de processos, onde o HANA tem grande impacto. Os CTT definiram uma abordagem global ao digital business framework da SAP e o SAP S/4 HANA é um dos primeiros passos nesse caminho que está a ser feito de modo faseado. “Esta abordagem tem a ver com a evolução da empresa, onde a digitalização é o grande driver”, refere o diretor da SAP Portugal.

À semelhança do que está a ser feito em alguns clientes, com inovação sem disrupção, a SAP Portugal acredita que há espaço para muitas empresas transformarem o seu negócio, acelerando a digitalização e dando passos significativos para conseguir maior competitividade num mundo cada vez mais global e onde os desafios são crescentes.

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