A venda de produtos electrónicos em Portugal baixou 11,8 por cento no último ano. Os valores constam do índice TEMAX da GfK que, no segundo trimestre deste ano, avaliava o mercado nacional em 572 milhões de euros.

Segundo a GfK, os sectores de equipamento de escritório, electrónica de consumo, telecomunicações e tecnologias de informação sofreram quebras na facturação de dois dígitos.

Apenas o sector dos pequenos electrodomésticos contrariou os restantes resultados, registando uma variação positiva no segundo trimestre deste ano de 13,4 por cento, enquanto os grandes electrodomésticos mostraram uma variação relativamente estável de -0,9 por cento.

[caption]Facturação do mercado português de produtos tecnológicos[/caption]

Impressoras e tinteiros lideram queda
De entre os produtos tecnológicos considerados para o TEMAX, aquele que registou maiores perdas foi o de equipamentos de escritório, com as vendas a descerem 35,3 por cento, o que representa um volume de vendas de 46 milhões de euros.

De acordo com a GfK, as vendas destes produtos foram afectadas pela quebra na facturação das impressoras e tinteiros, que representam mais de dois terços das receitas do sector.

A segunda queda mais acentuada face ao ano anterior foi protagonizada pela electrónica de consumo, cujas vendas baixaram 15,3 por cento, para os 133 milhões de euros.

Seguindo a tendência do período anterior, os LCD continuam a representar mais de 50 por cento da facturação deste segmento.

Já o sector de telecomunicações apresentou um volume de vendas de 81 milhões de euros no segundo trimestre de 2009, representativo de uma quebra na facturação de 14,8 por cento face a idêntico período do ano passado.

A GfK destaca que este mercado continua a apresentar perdas em facturação e unidades, bem como uma descida do preço médio. A ressalva positiva vai para os terminais touchscreen, cujas vendas têm vindo a crescer.

O preço médio constantemente em queda ditou a sorte do sector das tecnologias da informação que registaram um volume de vendas de 113 milhões de euros, numa variação negativa de 12,1 por cento.

Apesar da grande procura pelas câmaras digitais, o sector da fotografia não conseguiu escapar aos resultados negativos, registando uma queda na facturação de 6,8 por cento, para os 22 milhões de euros.

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