António Casanova, presidente da Optimus não acredita que a tecnologia UMTS chegue à generalidade dos utilizadores antes de 2006. Antes disso, o responsável considera que “o impacto do serviço será pouco mais do que anedótico”, afirmou num painel dedicado ao 3G.




Os três operadores móveis reiteraram a sua disponibilidade para avançar com o lançamento comercial do serviço no início do segundo semestre, conforme estipulado pelo regulador, mas salientaram as limitações dos terminais disponíveis à data de hoje, sobretudo no que tem a ver com a autonomia das baterias e estabilidade dos aparelhos.




Em representação da TMN, Luís Ribeiro afirmou que a operadora está prestes a receber alguns milhares de terminais, assumindo no entanto que até esta altura o grupo se tem limitado a testar alguns modelos, junto de grupos restritos (nomeadamente Nokia e Samsung) e placas PCMCIA para aplicações empresariais, face à escassez de equipamentos comerciais.




António Coimbra, vice-presidente da Vodafone Portugal, revelou alguns estudos efectuados pela operadora para sondar o mercado sobre as aplicações que terão maior sucesso no 3G que apontam o email como aplicação que reúne maiores expectativas.




O responsável considera que o lançamento do serviço deverá acontecer quando estiverem reunidas algumas condições essenciais e lembrou que “não há duas hipóteses de criar um primeiro impacto junto do utilizador”.




Os representantes dos três operadores móveis são unânimes em afirmar que dificilmente o UMTS provocará políticas de subsidiação semelhantes às que nortearam os primeiros anos do GSM.




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