Edenize Maron é a nova country manager da SAP para Portugal e a sua nomeação marca o regresso da fornecedora de software empresarial ao modelo que mantinha antes de integrar a SAP Ibéria, em 2006.

A nova responsável diz-se motivada para superar as actuais incertezas de mercado e está empenhada em fazer crescer o market share da empresa em território nacional, numa estratégia que terá por base uma maior proximidade com o cliente, acompanhado de um portfólio de produtos adequado.

Respondendo às questões que os jornalistas presentes na conferência que marcou oficialmente a nomeação para o cargo, a nova country manager da SAP para Portugal falou sobre a influência da actual conjuntura económica no relacionamento com os clientes e nos desafios que o mercado nacional comporta.

Houve que "revisitar" processos, landscapes. O tema dos projectos mudou fundamentalmente para todos nós e a questão agora centra-se muito mais nos serviços ligados à optimização.

Face às dificuldades sentidas pelas empresas clientes, já "mexeram", de alguma forma, no custo das vossas ofertas ou nas condições de aquisição disponibilizadas?

E. M.:
Digamos que estamos atentos aos nossos clientes e actualmente oferecemos uma maior flexibilidade, no que diz respeito, por exemplo, a prazos. Temos essa atenção, afinal o negócio dos nossos clientes não pode parar.

Tentamos sempre viabilizar os projectos para que estes não parem completamente.

Que desafios antevê na gestão do mercado português?
E.M.:
O grande desafio do mercado português é a escala. Temos de ter um tratamento cirúrgico em Portugal, ou seja, temos de trazer para o mercado português as soluções que fazem sentido, soluções que de facto as empresas portuguesas necessitem.

Em Portugal não temos escala para desdobrar todo o know how SAP, por isso é importante sermos cirúrgicos.

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