Tal como uma avalanche começa com o movimento de uma pequena quantidade de neve, uma erupção solar é desencadeada por disrupções inicialmente fracas, mas rapidamente se tornam mais violentas, revela uma nova descoberta feita através das observações da Solar Orbiter.
Esta segunda-feira, algumas zonas de Portugal foram surpreendidas por auroras boreais, num fenómeno que pode também ser visto na Europa, incluindo em países como Reino Unido, Alemanha, Suíça, ou Ucrânia.
Depois de dar destaque a algumas das visões mais “fantasmagóricas” do cosmos em outubro, o projeto Astronomy Picture of the Day (APOD) reune as paisagens espaciais que marcaram o mês de novembro com destaque para nebulosas, auroras boreais, cometas e uma superlua.
Em mais um pico de atividade, o Sol está a ser “varrido” por tempestades, ventos e ejeções de massa coronal capazes de levar as sempre deslumbrantes auroras boreais a partes do mundo menos prováveis. Esta segunda-feira pode ser prova disso.