A ENISA concluiu que a disseminação de meios de pagamento online anónimos, como o dinheiro digital, de que são exemplo os Bitcoins, assim como a larga oferta de kits e ferramentas de hacking, são factores com impacto significativo no crescimento do número de ciberataques.

Também defende que a utilização combinada de várias técnicas de hacking cria a possibilidade real de lançamento de ataques com impacto alargado.



Conclui-se, igualmente, que a utilização de métodos avançados para implementar técnicas de ataque não detetáveis e mais difíceis de desarmar é cada vez mais comum, com as tecnologias que permitem garantir o anonimato e os sistemas peer-to-peer a desempenharem um papel importante nesse objetivo.



Sem surpresa, o relatório também revela que os ataques visando sistemas operativos móveis são cada vez mais comuns, com ameaças de todo o tipo a serem trabalhadas para afetar agora os sistemas móveis.



No período em análise no estudo, que será publicado com uma versão mais completa no final do ano, a ENISA reporta que as ameaças que tiram partido de vulnerabilidades em browsers continuam a ser as mais numerosas e que o Java continua a ser o software mais visado neste tipo de ataques.



Os ataques de injecção de código são outro tipo de ataques como uma presença forte no número de ameaças analisadas pela agência. Estes estes ataques são sobretudo dirigidos aos sistemas de gestão de conteúdos dos sites.



Da mesma lista de ataques em destaque neste relatório intercalar, que pode ser consultado online, fazem ainda parte as botnets, os ataques de negação de serviço, o roubo de identidade e os ataques dirigidos, entre outros.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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