Desenvolvidas por um grupo de estudantes, liderado por Daniela Costa e Rita Martins, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC), as duas ecobebidas são produzidas a partir de subprodutos das indústrias de queijo e hortofrutícola.

Não têm corantes nem conservantes e, mais especificamente, são produzidas com base em soro excedente do fabrico de queijo, um subproduto bastante poluente, e morangos que não têm calibre suficiente para venda ao consumidor final, a chamada fruta feia.

Investigadoras criam bebidas saudáveis a partir de resíduos do queijo e fruta
créditos: UC

As estudantes, que pretendem colocar no mercado a gama Toal, realçam que as duas ecobebidas “são ricas em antioxidantes e probióticos, que auxiliam na manutenção do sistema imunitário, e os açúcares essenciais, bem como os pequenos péptidos (pequenas proteínas de fácil absorção), exercem funções ao nível do sistema cardiovascular”.

Daniela Costa e Rita Martins explicam ainda que o soro proveniente do fabrico do queijo é um resíduo bastante poluente e que a sua utilização na gama Toal contribui para atenuar um problema ambiental sério, evitando que entre na rede de águas. No caso dos morangos, ao aproveitar fruta que não é vendida ao consumidor final, combate-se o desperdício alimentar.

A distinção Born From Knowledge” foi anunciada durante a cerimónia de entrega de prémios do concurso “Ecotrophelia Portugal 2017”, promovido pela PortugalFoods e pela Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA).

O prémio reconhece, segundo os promotores, o melhor projeto «nascido do conhecimento que resulte de atividades de investigação e desenvolvimento (I&D)».

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