A Fundação Vasco Vieira de Almeida e a Startup Lisboa estão a organizar o 1º Legal Hackathon em Portugal. Esta maratona de programação pretende fomentar a literacia jurídica dos cidadãos com a ajuda da tecnologia. O objetivo é encontrar “soluções que garantam ao cidadão comum o acesso fácil a informação jurídica e a um eficaz exercício de cidadania”.

A Legal Hackathon vai decorrer nos dias 16 e 17 de março e reserva 10 mil euros em prémios para as equipas vencedoras. As candidaturas estão abertas até ao dia 28 de fevereiro.

Ao longo de dois dias, os participantes terão de desenvolver ideias inovadoras que respondam a um conjunto de problemas propostos, entre eles “Como evitar perdas de tempo na resolução de questões jurídicas?”, “Como tornar a linguagem jurídica mais acessível?” ou “Como promover o legal empowerment de todos os cidadãos?”.

Em comunicado enviado às redações, os promotores da Legal Hackathon reconhecem que já existem várias soluções globais nesta área, como por exemplo, a plataforma de crowdfunding para processos legais (Crowdjustice) ou a app com um advogado robot que dá aconselhamento legal recorrendo a inteligência artificial (DoNotPay), “no entanto, com esta iniciativa, a Fundação Vasco Vieira de Almeida e a Startup Lisboa pretendem impulsionar assertivamente o sector de Legal Tech no mercado nacional”.

Durante a hackathon, as equipas serão acompanhadas por mentores especializados em tecnologia - com o apoio da Outsystems e da Microsoft -, em Direito e Gestão.  Após o pitch das suas propostas, o júri irá deliberar os projetos vencedores e atribuir prémios no valor total de 10 mil euros: 7.000 euros para o primeiro, 2.000 euros para o segundo e 1.000 euros para o terceiro lugar.

As candidaturas são feitas online em legal-hackathon.com.

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