Reunimos cinco sugestões que agrupamos na galeria abaixo, sendo que outros correm “por fora” na tentativa de seduzir os utilizadores de portáteis profissionais, aqueles que mais precisam de ter em todo o lado um portátil o mais leve, compacto, funcional e eficaz possível.

E para isso estão dispostos a pagar valores bem mais elevados do que o que se pratica entre os portáteis mais convencionais, com exceção daqueles que se destinam aos jogos, essencialmente.

É que o conceito a que chamamos de híbrido neste artigo reúne duas características fundamentais: a capacidade para funcionarem como portáteis e também como tablets, de certa forma, com um ecrã que se destaca ou dobra,  e a capacidade para alojar num corpo leve e esbelto alguns dos componentes mais recentes e poderosos, ao bom estilo dos ultrabooks.

O ecrã roda a 360 graus, ficando “costas com costas” com a restante estrutura do portátil. E as resoluções de ecrãs dos modelos que sugerimos oscilam entre o Full HD e o 4K, o que é muito positivo para quem procura também um equipamento que permita reproduzir filmes e séries em Ultra HD.

Dentro dos chassis, por seu turno, estão configurações que incluem os processadores Intel de 7ª geração mais recentes e rápidos, fazendo “equipa” com discos SSD e módulos de memória RAM que chegam facilmente aos 8 GB, com 4 GB como mínimo aceitável hoje em dia.

Em termos de ligações, pouco falta, desde o USB-C e USB 3.0 até ao inevitável HDMI. A juntar a estas configurações teclados de baixo perfil ergonómicos e elementos como sensores de impressão digital, por exemplo, estamos perante máquinas tão portáteis como poderosas. Mas há um “trunfo” especial na “manga” desta tipologia de computador portátil…

Uma questão de energia

É sem dúvida o ponto a que os utilizadores de híbridos mais dão valor, esta questão da autonomia. Sejamos pragmáticos: quem não gosta de ter um portátil com ecrã tátil que dura o dia todo, ou quase todo, na execução de tarefas tão exigentes como a edição de vídeo em Full HD, por exemplo?

É por isso que praticamente todas as fabricantes incluem nos híbridos baterias com capacidades elevadas, fazendo disso um bom argumento de venda. E, neste capítulo, talvez o novo Microsoft Surface Pro, um dos que está na galeria acima, seja o “campeão”, anunciando autonomias acima das 14 horas e chegando perto das dez em uso intensivo, como já tivemos oportunidade de experimentar.

Mas há mais modelos a ter em conta antes de decidir-se por um, por isso analise as sugestões que lhe deixamos. Há um ponto em comum: para ter os melhores, terá de “abrir os cordões à bolsa”.

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