Basicamente, estes sistemas assentam, simplesmente, numa lâmpada com o chamado “casquilho grosso”, o E27, que podemos encaixar na maior parte dos candeeiros que temos em casa. A grande diferença, em termos básicos, é o facto de estar integrado um módulo Bluetooth que permite a comunicação com um terminal móvel, entre outras funcionalidades.

Essa ligação com o smartphone, normalmente, é estabelecida com a ajuda de a app móvel que cada fabricante desenvolve para os seus equipamentos LED inteligentes, sendo que depois há modelos que incluem mais funcionalidades que outros.

Pode constatar isso mesmo através das sugestões da galeria abaixo: há lâmpadas inteligentes fornecidas em kit e com comandos à distância, há outras que podem ser reguladas também quanto às cores LED em várias cores RGB e até outras que são igualmente… um sistema de som!

A tendência mais recente neste segmento de lâmpadas inteligentes passa por, numa instância mais simples, conseguirmos substituir o máximo de lâmpadas convencionais por este tipo de iluminação LED.

Vantagens? A economia de dinheiro trazida pelo LED (algo que podia já acontecer com as lâmpadas antigas, é verdade) e pela possibilidade de regularmos a intensidade da luz à distância e com o smartphone, por exemplo.

Em projetos mais “ambiciosos”, no entanto, o desafio vai mais longe, sendo já bastante comum encontrarmos lares em que este tipo de iluminação faz parte de um sistema mais alargado de equipamentos inteligentes, entrando até na área da domótica. É disto exemplo a possibilidade de ligarmos várias unidades das lâmpadas em causa num mesmo conjunto controlável pela mesma app e na mesma ação.

Indo ainda mais longe, é normal encontramos sistemas do género que apresentam compatibilidade com os assistentes virtuais pessoais Google Assistant ou Amazon Alexa, só para citar alguns, ao mesmo tempo que a integração com a plataforma Apple Homekit também é uma hipótese a ter em conta.

Luz (mais ou menos) intensa

Dependendo da estrutura e construção de cada lâmpada, é normal que encontremos modelos que projetam a luz de formas diferentes, apesar de a grande maioria das unidades indicarem uma potência equivalente ao que conhecemos das lâmpadas de 60 watts.

A solução passa por experimentar, no fundo, um pouco como é possível fazer em expositores em algumas lojas da especialidade e em espaços comerciais maiores. É certo que há lugar a mais brilho quanto maior for o número de lúmenes, pelo menos em teoria.

E isto é válido também para a temperatura de cor, sendo que aqui o conceito tradicional é igualmente aplicável à iluminação inteligente: vamos querer ter uma luz mais branca, “fria” e intensa na cozinha, por exemplo, enquanto que na sala, por exemplo, a iluminação pode já ser mais “quente”, amarela e suave.

Por fim, o preço, que pode assustar quem não está por dentro deste tipo de tecnologia. Por experiência própria, admitimos que o investimento traz frutos em termos de poupança a médio/longo prazo.

Mais do que isso, o ganho no que toca a funcionalidade, personalização de iluminação doméstica e modernização em geral dos nossos espaços preferidos compensa os euros extra gastos.

Agora, se os interruptores convencionais são efetivamente uma “espécie” em vias de extinção, aí já temos as nossas dúvidas…

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