São várias as novidades esperadas para o momento de lançamento do Apple Watch Series 5 (é quase certo que a Apple não mudará o nome que existe na série desde o início). E há também uma outra "quase certeza", esta em jeito de previsão da nossa parte: é elevada a probabilidade deste continuar a ser o smartwatch mais vendido do mercado.

Isto devido a várias funcionalidades que, desta vez, prometem mais dar continuidade do que propriamente inovar. Mas quais os "argumentos" que a empresa de Cupertino conta incorporar no relógio para que tal continue a acontecer já a partir de setembro, a data esperada para a revelação do novo modelo?

Na verdade, é bastante previsível que a marca opte por dar continuidade ao bom trabalho que fez com o Series 4, mantendo de certa forma as dimensões do ecrã e uma aposta declarada numa variedade mais extensa de braceletes.

Por outro lado, veremos quase de certeza que o desporto e a vertente da atividade desportiva serão de novo os focos principais deste smartwatch, tal como acontece com a grande maioria dos seus concorrentes.

Aliás, o anúncio do início de junho do novo watchOS 6, na WWDC 2019, levantou bastante o "véu" acerca do que pode existir de diferente no próximo relógio. Esta versão mais recente do sistema operativo que a Apple destina ao seu smartwatch será também lançada oficialmente quando este chegar, por isso é praticamente certo que esta meia-dúzia de funcionalidades "alastrem" também ao Apple Watch Series 5.

A "vocação" para o desporto e atividade física de que falamos acima é, aliás, um dos pontos já revelados pelo anúncio do watchOS 6. Além de podermos medir praticamente todos os dados decorrentes da prática desportiva e atividade física em geral (desde o batimento cardíaco até ao consumo máximo de oxigénio e o número de andares subidos, por exemplo) com os Anéis de Atividade, a novidade será agora a funcionalidade Tendências, com o objetivo de podermos acompanhar a evolução destas informações ao longo do tempo.

Da mesma forma, tal como aconteceu com a chegada do Series 4, espera-se novamente uma "revolução" com uma nova funcionalidade de saúde certificada. Ou que, pelo menos, a funcionalidade ECG fique disponível em todos os mercados em que o relógio marca presença oficialmente. Pode saber mais sobre este assunto na galeria de novidades abaixo.

Também nesta área, certo é que teremos no relógio a possibilidade de medirmos os níveis de ruído ambiente, com a nova app Ruído, provavelmente instalada de origem no próximo Series 5. E também o Controlo de Ciclos, uma funcionalidade que permitirá às mulheres acompanharem ao pormenor os seus ciclos menstruais, incluindo eventuais sintomas e irregularidades.

Em termos de hardware, regressando um pouco atrás, tudo pode acontecer. É esperado que surja um novo processador, mais rápido e já adequado ao que o 5G pode ser capaz de fazer, mas também pode acontecer que essa mudança fique adiada para a geração seguinte e que agora se consiga "alimentar" várias novidades sem ser necessário dar tamanho passo no upgrade do smartwatch.

Na galeria pode ver em mais detalhe algumas das funcionalidades que muito se esperam para o próximo modelo de Apple Watch. Mas, além dos normais upgrades como mais definição no ecrã OLED (algo que supere os 326 ppp atuais...), uma eventual diminuição no peso em geral ou até menos um ou dois milímetros na espessura, o que podemos contar ao nível de mudanças radicais no design?

Será desta vez que chega, finalmente, a grande alteração ao nível do formato, passando de um ecrã retangular/quadrado para algo mais circular? Ou mesmo vermos chegar um segundo relógio em paralelo, mais barato, e com funcionalidades limitadas entre o que já existe de momento na linha Apple Watch? Vamos ter de esperar para ver... Não desespere, é já em setembro.

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