Já reparou que a recente “moda” dos wearables está cada vez mais direcionada para os utilizadores que se preocupam com a saúde e com a necessidade de praticar desporto diariamente?

Damos alguns exemplos: os melhores smartwatches e smartphones do momento não se atrevem a deixar de lado funcionalidades relacionadas com a prática desportiva e monitorização de atividade física, desde o contador de passos às apps móveis pensadas para o efeito.

Ou o facto de grande parte dos relógios desportivos com GPS – e também os já referidos smartwatches – incluírem funcionalidades e sensores para leitura do ritmo cardíaco lido no pulso, dispensado as tradicionais bandas de peito, mais fiáveis.

Da mesma forma que muitas da pulseiras de atividade física, sob o mesmo princípio, integraram forma de monitorizarmos a quantidade e qualidade do nosso sono, em busca de índices de bem-estar mais elevados… Já para não falar do fenómenos das balanças inteligentes, que, ligadas ao smartphone, nos mostram no momento os nossos níveis de massa gorda, músculo e água, além do peso.

Estes são casos de tecnologias que se tornaram quase banais e que, de certa forma, contribuem para zelar pela nossa saúde. No entanto, a tónica desta abordagem está mais virada para outro tipo de gadgets, aqueles que foram efetivamente criados e idealizados para dar apoio a pessoas que padecem de uma doença, simplificando alguns processos que estão associados à mesma.

 

Estamos a falar de dispositivos que podemos ter em casa, visto que os preços não são elevados ao nível de muitos equipamentos de uso hospital profissional, e que até podemos levar para todo o lado graças às respetivas características portáteis.

São exemplos os medidores digitais de níveis de açúcar no sangue, próprios para quem lida todos os dias com a diabetes; os medidores digitais de pressão arterial, “ferramentas” imprescindíveis para quem se vê confrontado com situações de hipertensão; ou também outros gadgets que vão mais além, ajudando a descansar, a descontrair, a aliviar a dor ou a executar algumas tarefas um pouco mais “fora da caixa”.

São esses que lhe apresentamos na galeria de imagens nesta página (alguns deles podem ser as versões mais recentes dos equipamentos, muitas vezes ainda a caminho do nosso mercado…). A ideia é que aproveite (ainda mais) a tecnologia para melhorar e cuidar da sua saúde, sempre de acordo com os seus objetivos pessoais.

Não será também demais referir que, apesar do carácter “positivo” e auxiliador destes equipamentos, poderá ser importante combinar uma eventual e respetiva utilização com a opinião e acompanhamento de um médico especialista.