Desktops, notebooks, tablets, ereaders, smartphones ou telemóveis menos inteligentes, hoje estamos rodeados de tecnologia por todos os lados, umas vezes mais portátil outras menos, tanto no trabalho como em casa - ou mesmo na rua.

Olhando para a postura daqueles com quem nos cruzamos nestes diferentes espaços quase que podíamos concluir que apesar dos cada vez menos gramas dos equipamentos e terminais a tecnologia continua a ter demasiado peso - é só pensarmos na "marreca" que muitos dos nossos companheiros de viagem no comboio ou no metro fazem sempre que mexem no seu telefone touch, por exemplo (ou andar com um espelho para ver a nossa…).

Para que o corpo não pague assim tanto por todo o tempo que escrever, ler, ver ou jogar nos tira de juízo à cabeça (ou acrescenta de dor às nossas costas), há um cada vez maior número de propostas que pretendem minimizar os possíveis danos que a cada vez maior componente techie pode trazer às nossas vidas.

Tem desde os acessórios mais simples como os tapetes de rato com almofadas de gel, até aos mais elaborados, como os suportes articulados para braços. Todos eles pretendem contribuir para melhorar a postura de quem utiliza determinados equipamentos, favorecendo uma escrita, visualização ou scrolling mais naturais, com menos dores de costas, tendinites e miopia.

Por todos os seus anos de existência, os computadores pessoais, desktops ou notebooks, são as máquinas com maiores recursos ergonómicos.

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Tem disponíveis por exemplo suportes para portáteis, que colocam o ecrã do computador ao nível dos olhos, como mandam as regras, como o Aluminium Foldup Laptop Stand, que pode ser usado em qualquer lugar "do sofá ao jardim", dizem os seus promotores, e para quem tenha um teclado à parte.

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E por falar em teclados, a tecnologia da Microsoft também se aplica na área da ergonomia e nomeadamente nos teclados, cujo objetivo é evitar o alinhamento correto dos pulsos e dos braços. O Wireless Comfort Desktop 5000 é um exemplo.

Continuando no "alinhamento" dos membros superiores, os tapetes de rato com almofadas de gel, como este bem colorido da 3M, à venda na Amazon.

Numa solução mais elaborada, pode pensar, por exemplo, num suporte articulado para "cotovelos, antebraços e pulso", para secretárias, como o Forearm Support With Pad.

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Os ecrãs diversificaram-se e se antes passávamos mais tempo ao computador, hoje gadgets como os smartphones ou os tablets são elementos cada vez mais usuais no nosso dia a dia e requerem, também eles, algum cuidado para que a sua utilização não cause qualquer transtorno físico.

Um estudo da universidade de Harvard, nos EUA, divulgado em fevereiro de 2012, mostrava como a forma como pegamos e apoiamos estes equipamentos pode afetar os músculos da cabeça e pescoço e ajudava a perceber qual a postura menos penosa para os utilizadores, deixando alguns conselhos.

Entretanto começam a chegar ao mercado os primeiros acessórios concebidos a pensar na utilização de dispositivos móveis com ecrãs touch. É o caso da Gesture, uma cadeira que a Steelcase diz ser "inspirada pelo movimento do corpo humano", com braços articulados ajustáveis que dão apoio a uma ampla variedade de diferentes posturas e posições do assento e das costas. Tem chegada prevista para o próximo outono.

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Terminamos o nosso conjunto de sugestões com um acessório chamado iPosture, um monitorizador de postura que promete vibrar sempre que as suas costas se curvarem em demasia.

Tendo em conta o fenómeno crescente da mobilidade, é provável que o número de acessórios disponíveis com o objetivo de minorar as consequências físicas da sua utilização intensiva cresça muito em breve, até ao nível das aplicações: uma "medidor de distância", com alarme, pode ser uma proposta.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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