A Fujitsu levou para Barcelona vários protótipos, entre eles um sistema de voz pronto a ajudar na condução automóvel, uma espécie de luva inteligente e um tablet com tecnologia que "sente" imagens.

Está entre os fãs de "Knight Rider"? Então vai gostar de saber que a tecnológica está a desenvolver um sistema que faz lembrar o protagonista de quatro rodas da série, KITT - ainda que de uma forma ligeira.

O assistente de bordo (automóvel) concebido pela Fujitsu promete interagir com os seus utilizadores, fazendo perguntas mediante determinadas observações.

A quem declarar estar com fome, por exemplo, este companheiro de viagem pergunta se o condutor quer pesquisar restaurantes próximos e, perante uma resposta afirmativa, apresenta uma lista de opções. Perante a escolha, o assistente passa as indicações do endereço ao sistema de navegação.

Numa outra vertente, a Fujitsu aposta também uma espécie de luva que integra tecnologia capaz de ler etiquetas NFC (Near Field Communications) e permite ao seu utilizador interagir, por meio de gestos, com o ambiente a seu redor.

Própria para ambientes de trabalho onde não seja possível usar smartphones ou tablets, em operações que exijam o recurso a luvas de proteção, a luva inteligente pode ligar a uns óculos inteligentes ou a dispositivos móveis para receber, controlar e armazenar informação.

O sistema tem na área do pulso um sensor de giroscópio, um acelerómetro e uma unidade de leitura de etiquetas NFC. Na parte do dedo há um leitor de etiquetas e um sensor de deteção de contacto.

A Fujitsu garante que o sistema reconhece seis movimentos do pulso com uma precisão de 98%. Podem desta forma usar-se gestos para folhear as páginas de um manual de trabalho mostrado no visor, por exemplo.

Um tablet através do qual se podem "sentir" imagens é outra das tecnologias que está a "marinar" nos laboratórios da Fujitsu.

A intenção é que os utilizadores possam sentir a superfície macia ou áspera, dependendo da imagem mostrada, quando passarem a mão no ecrã do dispositivo.

Segundo a fabricante, a tecnologia desenvolvida usa “vibrações ultrassónicas” que transmitem as sensações táteis, criando a “fricção” entre o ecrã e os dedos do utilizador. Durante a demonstração do protótipo na feira de tecnologia, os utilizadores podem sentir as cordas de uma harpa ou a textura da pele de um jacaré, entre outros, através de um tablet.

Além do Xperia Z2 e de outros produtos, a Sony também está a aproveitar a MWC para apresentar algumas das suas apostas para o futuro. Na onda da antecipada do wearable, a tecnológica japonesa mostra, por exemplo, uma câmara para usar à volta do pescoço, numa espécie de fio, que servirá para documentar a vida do seu utilizador.

A empresa decidiu também “descortinar” um pouco mais sobre os seus óculos inteligentes SmartEyeGlass, depois de ter apresentado o conceito na CES.

O que salta primeiro à vista é que a Sony conseguiu que o “formato” do seu conceito se assemelhe mais à normal armação de uns óculos usados como acessório.

Assim como os Google Glass, as lentes são o ecrã onde serão mostradas as indicações e informações ao utilizador. Além disso vai ser possível tirar fotos e ver as mensagens acabadas de receber no telemóvel.

Além disso, os SmartEyeglass têm um controlo separado que permite navegar pelo interface dos óculos.

Entre os vários produtos apresentados pela Alcatel na feira de Barcelona está um protótipo de um notebook que funciona através de um… smartphone.

Ao que indica a fabricante, o Smartbook recebe a imagem do ecrã do smartphone via Wi-Fi, sendo que os comandos são dados pelo teclado e touchpad do notebook para o smartphone via Bluetooth.

O projeto possui corpo de alumínio, um ecrã de 11 polegadas com resolução Full HD do tipo IPS e uma bateria entre 5000 e 6000 mAh que promete durar um dia inteiro de utilização.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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