Apesar de ser uma tecnologia firmada e bem sucedida na indústria tecnológica, poucas são as empresas que se arriscaram a desenvolver a sua própria assistente virtual. Por enquanto, contam-se pelos dedos de uma mão as mais populares: Alexa, Siri, Cortana, Bixby e Google Assistant. A Huawei também tem a sua própria versão exclusiva, mas o sistema ainda se encontra demasiado circunscrito à região oriental do globo, onde já conquistou mais de 100 milhões de utilizadores diários.

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A empresa tem vindo a desenvolver a IA desde 2013, e traçou agora um novo objetivo que poderá elevar o programa a um patamar superior de capacidades.  De acordo com a própria tecnológica, uma das próximas metas para este software é fazer com que ele consiga entender as emoções dos seus utilizadores. A gigante chinesa acredita que este é o caminho a percorrer para que os telemóveis consigam dar respostas cada vez mais adequadas às necessidades de cada um.

"Até 2022 o seu dispositivo pessoal saberá mais sobre o seu estado emocional do que a sua própria família. Graças à capacidade de reconhecer e analisar expressões faciais, analisar tons de voz e comportamentos, os assistentes virtuais poderão entender o contexto dos comandos que recebem e responder com uma resposta mais alinhada com as emoções do utilizador", sublinha Felix Zhang, vice-presidente de engenharia de software da Huawei, que acredita ainda que o público estará altamente recetivo à introdução deste sistema. "Acreditamos que, no futuro, todos os utilizadores vão desejar interagir com o sistema de forma emocional", remata.

De acordo com a Gartner, este tipo de funcionalidade pode tornar-se útil quando articulada com outros sistemas e aparelhos. A consultora sugere que a análise emocional do utilizador pode servir para impedir a condução de um automóvel quando o condutor se encontrar alterado, ou para contactar serviços de saúde ou familiares se o utilizador se demonstrar deprimido ou ansioso.

A Huawei adianta ainda que a assistente virtual vai ser treinada para prolongar as interações, de forma a que os utilizadores não se sintam sozinhos ou solitários.

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