O Android Jelly Bean, que compreende as versões 4.1 e 4.2 do sistema operativo da Google, atingiu a maior taxa de utilização de sempre ao marcar presença em 45,1% dos dispositivos que acedem ao Google Play. O valor representa um crescimento de cinco pontos percentuais relativamente aos valores registados em agosto.

A versão 4.1 é a mais utilizada, ao representar sozinha 36,6% das instalações em tablets e smartphones, enquanto a versão 4.2 regista apenas 8,5% de quota de mercado. A segunda versão mais popular continua a ser a Gingerbread, com pouco mais do que 30%, enquanto o Ice Cream Sandwich ainda se apresenta com uns significativos 21,7%.

A situação faz lembrar um pouco as taxas de utilização do Windows: o Windows 8 tem crescido, mas o Windows 7 e Windows XP continuam a recuar lentamente nas respetivas quotas de mercado.

Curiosamente a versão Jelly Bean 4.3 continua sem aparecer nas tabelas de utilização da Google. E pela primeira vez todas as versões inferiores ao Android 2.2 também não constam nos dados analíticos da tecnológica - isto por não suportarem as versões mais recentes da loja de aplicações Google Play. A empresa de Mountain View diz que as versões 1.6 e 2.1, em conjunto, representam menos de 1%.

Apesar das mudanças significativas registadas durante o mês de agosto e início de setembro, o problema da fragmentação continua a assolar a Google. Mais de 50% dos utilizadores Android, por exemplo, não podem ter acesso ao serviço Google Now já que este só é suportado a partir do Android Jelly Bean.

A nível de segurança, como recentemente se verificou pela ameaça descoberta pela Kaspersky, a utilização de versões antigas do Android comporta maiores níveis de exposição a esquemas de malware e aplicações maliciosas.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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