Em Pharablox os jogadores têm uma base que podem mexer com a movimentação do smartphone. E da parte superior do ecrã vão cair peças de diferentes tamanhos, de diferentes formatos e também com diferentes inclinações. O objetivo é conseguir mantê-los a todos na plataforma e evitar que caiam no abismo.

Isto no modo de jogo mais tradicional. Num outro modo de jogo o utilizador tem de tentar empilhar o maior conjunto de peças possível para construir a mais alta das torres, uma tarefa que se vai revelar difícil de concretizar.

A digitalMUTANT optou por gráficos tridimensionais e por um enquadramento da cultura egípcia para dar mais dinamismo ao jogo de destreza.

O título Pharablox só está disponível para Android e a recetividade no sistema operativo da Google pode ditar novas aventuras: “Estamos a pensar lançar para Windows Phone mas, depende também um pouco da aceitação que o jogo tiver no Google Play”, disse Bruno Correia do estúdio, ao TeK.

O jogo é gratuito e a digitalMUTANT garante ainda que só vai explorar o Pharablox através da publicidade pois “para este jogo ainda não perspetivamos necessidade para compras in-app”, salientou o programador.

Rui da Rocha Ferreira

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