Diversidade é a palavra que melhor define o resumo das aplicações da semana. Quem ainda tiver espaço no telemóvel para experimentar algumas das novidades que sugerimos ao longo das próximas páginas. Mas se estiver num computador fique a saber que também há novidades para si, como a versão desktop do Flipboard - há muito aguardada pelos internautas.

Como sempre há sugestões para todos os gostos, com especial destaque para o serviço lançado pela Fundação de Ciência e Tecnologia e por aquele que a Caixa Geral de Depósitos está a preparar na área dos pagamentos móveis.

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Mas para começar da melhor maneira, que tal um jogo que vai precisar do ritmo do seu coração para funcionar?

Skip a Beat é um jogo controlado com a ajuda dos batimentos cardíacos

Uma startup holandesa decidiu "gamificar" o ritmo cardíaco dos utilizadores ao fazer dele a parte fundamental de um jogo. Esta é também uma forma mais divertida de as pessoas controlarem o seu ritmo cardíaco.

É uma abordagem diferente daquelas que têm sido vistas no desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis. O estúdio holandês Happitech criou um jogo onde o ritmo cardíaco dos utilizadores tem uma grande importância no decorrer da aventura.

No título Skip a Beat, para já apenas disponível para iOS, o jogador tem de colocar o dedo sobre o flash do smartphone que vai estar ligado. Depois em junção com a câmara fotográfica vai ser feita uma análise à quantidade de luz que passa, o que por sua vez indica o ritmo cardíaco da pessoa.

Mediante este ritmo, a personagem do jogo está mais ou menos "inchada", o que facilita depois o seu controlo na aventura. O jogador assume o papel do sapo Skip e será necessário carregar no ecrã para que a personagem suba e desça, evitando assim os obstáculos.

Se na prática o jogo podia ser considerado como mais um spin-off do Flappy Bird, na realidade é um conceito com uma dimensão totalmente diferente.

Além de trazer esta vertente de gamificação, os programadores da Happitech esperam que utilizadores que tenham problemas cardíacos possam usar o seu jogo como uma forma mais divertida de fazer o controlo dos batimentos do coração. Isto porque dentro do jogo há uma tabela que vai guardando registo dos diferentes ritmos cardíacos, além de estar prometido o suporte para o HealthKit da Apple no futuro.



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MEO Táxi reforça presença no norte e entra em seis novas cidades

A aplicação que veio facilitar o encontro entre taxistas e clientes passará a estar disponível em seis novas cidades do norte do país, como Vila do Conde e Paredes.

A MEO Táxi, uma aplicação que permite reservar um táxi através do telemóvel, viu a sua presença ser reforçada no norte do país. Esta terça-feira, a MEO anunciou o alargamento do serviço a mais seis cidades, o que alarga a oferta para um total de 2,6 milhões de pessoas.

Para além de Porto e Lisboa, desde o dia 22 de setembro, a MEO Taxi estará agora disponível em Vila do Conde, Santa Maria da Feira, Paredes, Póvoa de Lanhoso, Ponte de Lima e na Maia. Pouco tempo depois do seu lançamento, a app já havia sido implementada também em Braga, Gondomar, Póvoa de Varzim, Sintra, Vila Nova de Gaia e na ilha da Madeira.

Disponível para Android e iOS, a MEO Táxi chama automaticamente um táxi com base na localização do cliente e oferece uma série de outras possibilidades, como pedir um veículo com ar condicionado, com a opção de multibanco ou até mesmo com um condutor que fale vários idiomas. O percurso do táxi pode ser acompanhado em tempo real.

Com este aumento do número de localidades cobertas, o serviço foi alargado a um púbico-alvo potencial de mais 400 mil pessoas, passando a abranger um total de 2,6 milhões de pessoas.



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Segurança na Internet também passa por uma app para smartphone

O Centro Internet Segura tem uma nova app que pode ajudar a disseminar informação sobre os comportamentos de risco e as formas de os evitar.

A aplicação foi desenvolvida pela empresa BloomIdea para a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), que coordena o Centro Internet Segura em Portugal.

A minimização de potenciais riscos relacionados com a utilização das tecnologias da informação e comunicação é um dos objectivos da aplicação que apresenta várias funcionalidades, reunindo alertas para uma série de perigos online e fazendo a ligação direta às linhas de apoio existentes

Há ainda uma série de desafios e perguntas em formato de jogo dirigidas aos jovens para que possam testar os seus conhecimentos na matéria, mas não fica mal aos pais e educadores validarem também os seus conhecimentos. E quem sabe aprendendo mais alguma coisa pelo caminho.

A aplicação está disponível de forma gratuita na loja Google Play e também na App Store da Apple.



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Flipboard recebe finalmente uma versão Web

Um dos agregadores de conteúdos mais utilizados nos dispositivos móveis lançou esta terça-feira uma versão para computador. E a aparência é bastante semelhante à das aplicações já disponíveis.




O agregador de notícias Flipboard recebeu finalmente uma versão Web. O serviço, lançado inicialmente para iPad em 2010, chegou mais tarde para iPhone, Windows Phone e Android e permite uma recolha e leitura de notícias com uma aparência agradável, mas só agora é disponibilizada uma versão para computadores.

Segundo disse Didier Hilhorst, designer do Flipboard, a ideia do serviço sempre foi criar uma versão Web, mas o lançamento do iPad acabou por ser uma alternativa mais agradável. Mais de quatro anos depois da primeira versão, a aplicação que reúne notícias e conteúdos multimédia de acordo com o interesse do utilizador leva todas as suas funcionalidades para os computadores.

O serviço mantém a mesmo aparência, com os habituais quadrados, mas largou em parte o estilo revista, já que, segundo Hilhorst, esse conceito "apenas funciona em tablets". Em vez disso, o utilizador pode navegar pelo site deslizando pela página e carrengando em alguma das fontes noticiosas previamente selecionadas. Caso não queira personalizar o serviço ao seu gosto, pode também optar por uma das 15 milhões de revistas criadas pelo resto dos leitores.

Ao invés de abrir o corpo da notícia no próprio site, como fazem outros serviços como o Pocket ou o rival Feedly, o Flipboard redireciona o utilizador para o site original da mesma, o que deverá agradar aos fornecedores de conteúdos. Em julho do ano passado, as aplicações móveis contabilizavam 100 milhões de leitores ativos e atraíam entre 250 a 300 mil todos os dias. O serviço está atualmente disponível em 20 idiomas, incluindo o português.



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Fallend: Missão queda na Lua

Num futuro distante a humanidade será escravizada e é preciso por mãos à obra para salvar a espécie e travar as máquinas. Quer entrar no esquadrão dos rebeldes?

As piores perspetivas do filme Exterminador Implacável podem mesmo concretizar-se. É pelo menos num cenário desse tipo que se desenvolve o jogo Fallend, criado pela empresa portuguesa PidPlay.



Aqui os humanos foram escravizados e transformados em mão de obra para fabricar mais robots maléficos. A missão do jogador passa por integrar um grupo rebelde e ir ao núcleo da lua para destruir as instalações onde são construídas as novas máquinas.



Pelo caminho é preciso acelerar e desviar-se de todos os obstáculos que vai encontrar pelo caminho. O jogo está disponível para Android através do Google Play mas também para iOS.


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Pagamentos automáticos e fatura com contribuinte? Já há uma aplicação para isso




A Caixa Geral de Depósitos apresentou uma nova aplicação para dispositivos móveis que promete facilitar e muito o sistema de pagamento nas lojas em Portugal.







A Caixa Change é uma aplicação para pagamentos móveis que deverá chegar ao consumidor final no segundo semestre deste ano. O objetivo da aplicação é eliminar a necessidade de trocos e outras complicações no momento do pagamento de um bem ou serviço. O serviço funciona com recurso à câmara do telemóvel e a um código de cinco dígitos. A aplicação já se encontra em fase de testes na sede da Caixa Geral de Depósitos desde o início de dezembro, onde pode ser usada em máquinas de venda automática, refeitório, papelaria, entre outros locais.

Em declarações ao TeK, fonte da Caixa Geral de Depósitos explica que as opiniões têm sido "bastante boas" e que, desde a implementação, a Caixa Change "já tem mais de 300 utilizadores, contabilizando 6.000 transações". É feita uma transação a cada três minutos.

Como funciona?

A adesão ao serviço pode ser atualmente feita numa das cinco caixas ATS (caixas automáticas) existentes no edifício-sede da CGD. Logo após o pedido, é enviado um código de entrada de cinco dígitos para o smartphone que terá de ser introduzido na aplicação, assegurando a sincronização com a conta. Esse código terá de ser utilizado sempre que o cliente pretender realizar uma compra.

No momento do pagamento, cada loja terá o seu próprio código QR para onde o cliente irá apontar a câmara do smartphone, enviando os dados necessários para que a compra seja feita. Assim que é feito o reconhecimento pela máquina, o comerciante insere o valor do pagamento e o cliente terá apenas de confirmar a emissão da fatura, que poderá vir já com os seus dados previamente inseridos na aplicação. Ou seja, deixará de ser necessário ditar o número de contribuinte sempre que for realizada uma compra.

Nas máquinas de venda automática o processo é semelhante: o cliente aponta a câmara para o código QR, escreve no smartphone o produto que pretende adquirir e recebe de seguida um SMS com o valor a ser debitado. "Tudo isto demora menos de 5 segundos", disse a fonte da CGD, que confirmou também negociações em andamento com algumas cadeias de lojas e fabricantes de software de faturação.

Este é um processo seguro?

Numa altura em que se fala tanto das debilidades da Internet no que toca à segurança e privacidade dos dados, este é talvez um dos principais desafios com que a Caixa Geral de Depósitos se irá debater na implementação do serviço no mercado.

"Em Portugal, esta é a primeira solução de pagamentos móveis de um banco", destaca a CGD, acrescentando que todos "os procedimentos normais de segurança" da instituição passam para a aplicação móvel. A CGD também explica que a aplicação não envolve "muitos dados sensíveis, como os dados bancários ou da conta", durante os processos de pagamento, até porque está a ser "dirigida a um target de pagamentos de baixo valor".

Atualmente, os utilizadores da aplicação poderão fazer transações com um valor máximo de 20 euros de cada vez, não ultrapassando os 100 euros diários. Estes são limites definidos pelo banco, mas que poderão ser alterados "mediante a gestão do próprio cliente".

Android e iOS já estão garantidas. Para quando Windows Phone?

"Para já resolvemos apostar nestes dois sistemas operativos, o Android e o iOS, mas na fase piloto vamos precisamente recolher o feedback e avançar possivelmente para outros sistemas operativos. É uma questão que não está de todo afastada", confirmou a fonte do banco.



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Capte o mundo à sua volta com a aplicação Cycloramic

Quando tirar uma simples fotografia não chega para captar a essência de um local, use e abuse das panorâmicas. Se bem conseguidas, os resultados podem ser surpreendentes.

A Cycloramic é uma aplicação de panorâmicas bastante dinâmica. Além de estar disponível para iOS e Windows Phone, o software consegue no caso dos telemóveis da Apple captar as imagens de forma independente.

A experiência não resultará em todos os locais, sendo necessário uma estrutura rígida e estável para que funcione, tal como uma mesa. Depois recorrendo ao sistema de vibração do smartphone, o equipamento roda sobre si mesmo e capta as imagens.

Além desta funcionalidade, há a destacar o interface simples que guiará o utilizador na criação de fotografias que, dependendo do cenário, podem resultar num produto final que o vai surpreender.

A aplicação não é gratuita, mas se no seu roteiro de viagens costuma passar por locais com paisagens apelativas, o valor investido vai rapidamente transformar-se em retorno e satisfação.



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A guerra por novos territórios agora também passa pelo iPhone

A aplicação Clash of Kings está agora disponível também para iOs, depois de ter conquistado milhões de fãs de Android. E este fim de semana o download é gratuito.

A app fez o caminho inverso a grande parte das aplicações: começou primeiro no Android e faz agora o seu caminho para o iOS, onde também quer atrair muitos utilizadores.

A estratégia de oferecer o download no fim de semana dedicado aos namorados pode não ser a melhor, mas de estratégia são eles que sabem, ou esta não fosse uma aplicação que se dedica à conquista de territórios pela guerra, e pela estratégia.

A aplicação é gratuita nos dias 14 e 15 de Fevereiro e pode ser descarregada

aqui. Pode também descarregar a aplicação para Android neste link para
a loja da Google.



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Transforme o ecrã de bloqueio do smartphone no seu melhor amigo



Aceder facilmente à informação relevante que temos no smartphone é sem dúvida uma mais-valia e o principal atrativo da aplicação Next Lock Screen, uma criação da Microsoft para Android.




Permite reunir num único ecrã várias notificações - de chamadas e mensagens - e facilitar o acesso às aplicações mais usadas. A partir do ecrã da Next Lock Screen pode ainda, por exemplo, comandar o leitor de música ou passar em revista os compromissos agendados no calendário.



A combinação de elementos chamados ao ecrã de bloqueio é da responsabilidade do utilizador, que pode alterar as opções feitas sempre que quiser.



Apresentado pela própria Microsoft como um projeto de garagem da empresa, a aplicação acaba de ser atualizada. Ganhou suporte para novas línguas e viu corrigidos alguns erros e introduzidas melhorias. Uma delas é a possibilidade de proteger o ecrã com a definição de um PIN de acesso. De referir que o português ainda não faz parte dos novas línguas suportadas.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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