A empresa conta “dar uma resposta muito detalhada nos próximos dias” adiantou Mark MacGann, responsável de políticas públicas da empresa ao Negócios, à margem de uma conferência de Lisboa. O responsável confirmou a data de receção da carta e explicou que a empresa já está a preparar uma resposta.
O mesmo responsável desvalorizou os protestos contra a Uber e deixou uma mensagem relativamente às ações de violência contra os motoristas da empresa. "A violência vem de uma minoria. Os taxistas em Portugal, em Lisboa, são pessoas trabalhadoras. Têm de ser ajudados a enfrentar a mudança - é esse o papel do Governo e do regulador", considerou.
Para o porta-voz da Uber é urgente que a Europa clarifique as regras de atuação neste mercado onde "há espaço para toda a gente". "Não estamos a concorrer com os táxis, estamos a concorrer com o aluguer de carros privados", adiantou Mark MacGann, justificando dessa forma a convicção da empresa de que, tratando-se de duas realidades distintas, devem ser tratadas de formas diferentes pela regulação.
A Uber foi contactada pelo Ministério da Economia numa carta onde são colocadas várias questões sobre a atividade da empresa em Portugal, numa altura em que os serviços fornecidos através da aplicação móvel da empresa estão suspensos em Portugal, graças a uma providência cautelar apresentada pela Antral.
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