O conceito é o mesmo: oferecer aos utilizadores a melhor informação sobre espaços de restauração, com a possibilidade de partilhar opiniões, avaliações e fotografias das experiências, criando também uma rede de foodies.

A Zomato tem vindo a estender a sua rede depois de ter sido criada na Índia e no ano passado “abriu” a cidade de Lisboa, uma iniciativa que Miguel Ribeiro, country manager da Zomato em Portugal, garante ser um caso de sucesso e referência para toda a operação.

Em Lisboa a app conta com mais de 1,3 milhões de visitas por mês, mais de 11,5 mil espaços classificados, e a equipa cresceu já para 40 pessoas. No Porto os objetivos também são ambiciosos, mas ajustados à dimensão da cidade.

“Já temos 3.500 restaurantes listados no Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos e estamos a aumentar a equipa na cidade […] Queremos chegar às 20 pessoas nos próximos 3 a 4 meses”, explicou ao TeK Miguel Ribeiro.

Desde o início que o Porto fazia parte dos objetivos da Zomato, até pela importância que a cidade tem assumido como centro turísticos e de dinamização cultural, mas o Country Manager da empresa acredita que a melhor forma de expandir o negócio é avançar com passos seguros. E por isso também o alargamento a outras cidades está condicionado ao sucesso que vai ser obtido no Porto e a continuidade do modelo de negócio em Lisboa.

Setúbal, Faro e o funchal estão claramente no mapa da Zomato como as próximas cidades a conquistar, seguindo a mesma lógica e o mesmo conceito de envolvimento dos restaurantes e do aprofundamento do modelo de interação com os comerciantes.

Embora a app seja grátis, e não custe nada aos restaurantes estarem listados na aplicação, a Zomato desenvolve um modelo de negócio baseado na venda de publicidade e de serviços de interação com os utilizadores, onde os comerciantes podem adquirir um pacote mensal para poderem ter informação direta sobre as opiniões, responder aos cliente, e validar o nível de popularidade do seu espaço, podendo também desenvolver estratégias de CRM numa área privada a que têm acesso no site.

Miguel Ribeiro não esconde a ambição de desenvolvimento que a Zomato tem para Portugal, que se tornou a “academia da Zomato para a Europa” e que tem exportado know how na abertura de novos países devido ao sucesso registado. A empresa quer avançar com a área de reservas e as encomendas online, que deve arrancar nos próximos três meses, e também com o sistema de cashless, com o pagamento através da aplicação.

“Em Portugal somos bons a lançar tendências e se estes serviços tiverem sucesso pode ser uma porta de entrada na Europa”, explica.

A nível internacional a empresa tem também continuado a crescer, com aquisições que estão a ser integradas, e tem planos para continuar o desenvolvimento da app para se tornar “a empresa de referência no mercado de restaurantes”.

A app está disponível para as plataformas
Android, iOS e Windows Phone, e o download é gratuito.

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