Desde abril, a Apple terá vendido nos Estados Unidos 2,79 milhões de unidades do Apple Watch, o seu relógio inteligente. O modelo mais barato é o mais popular, como têm indicado várias fontes, mas as receitas obtidas pela empresa liderada Tim Cook neste novo segmento podem ser superiores à soma dos relógios vendidos.



De acordo com dados apurados pela Slice Intelligence, 17% das pessoas que compram um Apple Watch compram mais do que uma bracelete para o relógio, revela a Reuters. Tornar o produto mais versátil será o principal objetivo do investimento reforçado num produto que já tem um custo considerável, de acordo com as respostas obtidas na pesquisa da Slice, que ausculta um painel de 2 milhões de utilizadores onde mais de 20 mil compraram o relógio da Apple. A ser assim, para a Apple esta tendência são boas notícias, tendo em conta que o preço de venda das braceletes é muito inferior ao preço de custo.


Estimativas de outra consultora, a IHS, indicam que a bracelete mais barata (de 38 milímetros e para o modelo sport), nas várias opções comercializadas pela Apple, custa ao consumidor 49 dólares, mas à empresa não custará mais de 2,05 dólares a fabricar. O custo exclui despesas relacionadas com a embalagem ou o envio dos produtos, mas mesmo assim deixa uma margem gorda para a Apple.


Os dados que têm vindo a ser disponibilizados sobre tendências de compra relacionadas com o Apple Watch também mostram que depois da bracelete preta, associada ao modelo sport, a segunda mais vendida é a Milanesa que custa 149€. O relógio mais popular será o modelo Sport, que custa 349 dólares e que é a opção mais barata.

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