A primeira certificação de equipamentos da Samsung foi realizada em 2018 e desde então a análise do Gabinete Nacional de Segurança (GNS) tem sido feita aos novos smartphones e tablets da empresa, abrangendo agora o Galaxy Note10, Galaxy Tab S6 e Galaxy A20e, assim como a plataforma Knox.

Com esta certificação o GNS valida que os equipamentos cumprem os requisitos nacionais de segurança definidos para dispositivos móveis. Para isso têm de ser submetidos a um processo de avaliação em termos de Virtual Private Network (VPN), Mobility Fundamentals e Application Software. O processo de certificação é feito em parceria a Adyta, que nasceu na Universidade do Porto.

A certificação do GNS resulta de testes rigorosos de avaliação funcional e criptográfico à plataforma Samsung Knox. São avaliados os processos de atualização do sistema operativo Android, mais precisamente os handshakes das assinaturas criptográficas, a robustez do Samsung Knox no encapsulamento seguro de dados sensíveis, não permitindo o acesso de aplicações móveis maliciosas, bem como a verificação do fluxo no arranque seguro do Android.

O Gabinete Nacional de Segurança já certificou também a plataforma Azure da Microsoft e está a desenvolver um selo de cibersegurança, integrado com a estratégia europeia para certificar produtos tecnológicos e com as metas do Plano de Transição Digital do Governo português.

O almirante Gameiro Marques, diretor do GNS, explicou na conferência Building the Future que “no futuro, antes de adquirirem um produto ou serviço, os cidadãos vão poder saber quão resiliente ele é, e decidir, em função dos seus requisitos e nível de ambição, adquirir o de nível mais baixo ou o mais alto”.

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