A garantia foi dada por Yam Su Yin, diretor sénior da HP para a área de consumo e tablets da Ásia / Pacífico, que disse à PTI que a empresa está a olhar para todos os segmentos, incluindo tablets, notebooks e desktops All in One, mas também smartphones, embora se recusasse a definir qualquer data para lançamento. "A HP tem de estar neste jogo", afirmou o executivo que garante uma proposta diferenciadora.
Depois de investir 1,2 mil milhões de dólares na compra da Palm, em 2010, a HP recuou na intenção de usar o WebOS como sistema operativo base para smartphones, tablets e até PCs, como chegou a ser antecipado.
A empresa optou por abrir o código do sistema operativo e depois vender alguns direitos à LG, desistindo completamente da sua utilização em terminais móveis.
A hipótese da HP voltar ao mercado de smartphones tem estado sempre em cima da mesa, mas sempre sem concretização, nem definição de qualquer calendário.
Meg Whitman, CEO da empresa, afirmou no ano passado que a HP continua interessada no mercado de smartphones, sobretudo porque precisa de um produto que apele aos mercados emergente, onde não há poder de compra e interesse por notebooks ou tablets.
A concorrência da Apple e da plataforma Android continua a ser forte, e a HP parece pouco interessada em entrar no "comboio" do Windows Phone, onde já participou ativamente antes do avançar para o mundo WebOS.
O mercado móvel parece porém ser suficientemente atrativo para justificar o regresso. A IDC estima que este ano as vendas devem crescer 32% para as 958 milhões de unidades, uma taxa interessante que contrasta com o declínio no mercado de PCs, sobretudo nos mercados mais maduros.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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