Segundo a Bloomberg, a Apple está a fazer testes com tecnologia de monitorização de sono, já há vários meses, em diferentes locais de Cupertino. Esta funcionalidade poderá ser introduzida em modelos do Apple Watch no próximo ano, segundo refere fontes próximas ao projeto à publicação. A entrada da Apple no segmento, pode fazer sombra ao domínio de fabricantes como a Fitbit e a Withings, que produzem pulseiras para vigiar o sono dos utilizadores.

Apesar da eventual estreia num dos modelos da marca da maçã, a tecnologia não lhe é estranha, já que em 2017 adquiriu a startup finlandesa Beddit, vendendo os seus produtos de monitorização de sono no seu website.

A introdução deste segmento nos seus relógios poderá ser mais um passo para a exploração de serviços relacionados com a saúde, que a Apple pretende explorar, como o próprio Tim Cook já avançou.

É referido que a Apple se encontra igualmente a testar internamente sensores em equipamentos de exercícios, como tapetes rolantes, bicicletas, assim como experiências de monitorização de natação. Para levar mais longe os testes, a empresa tem divisões especiais para simular diferentes condições meteorológicas e controlar a respiração dos utilizadores.

Ao adicionar a tecnologia nos seus relógios, é notado que a Apple necessita também de prolongar a autonomia do dispositivo, pois os modelos atuais duram um dia, sendo obrigatório recarregá-lo diariamente. Em comparação, este tipo de pulseiras de monitorização dura sensivelmente uma semana com apenas uma carga. Nesse sentido, ou é introduzida uma bateria com maior capacidade, ou a funcionalidade terá de ser adicionada ao modo de baixo consumo.

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