Mais precisamente, 42% dos inquiridos pela Kaspersky Lab e pela B2B International admitiram que usam o smartphone na cama, mas a lista conta com outros locais menos próprios.

Entre os participantes, 41% afirmou usar o seu telefone enquanto trabalha, e 37% admitiu fazê-lo no carro – aqui vamos ser otimistas e pensar que se trata de alguém à pendura.

Entre os locais mais populares, há também referências relativamente aos transportes públicos (37%) e, por último, à casa de banho (27%).

Embora com esta vertente, o estudo em causa pretendeu apurar hábitos de segurança face aos dispositivos moveis e revela que 88% dos utilizadores guardam informação importante, confidencial e, muitas vezes, insubstituível nos seus smartphones, incluindo passwords, mensagens, fotografias, contactos, ficheiros, etc.

Um quarto dos inquiridos chega mesmo a afirmar que guarda informação nos seus telefones que não gostaria que fosse vista por mais ninguém além de si.

Apesar dos receios e dos potenciais riscos são poucos os que têm comportamentos seguros. O estudo da Kaspersky Lab mostra que só 26% dos utilizadores adaptam as suas atividades online quando estão numa rede Wi-Fi pública insegura, apesar de correrem o risco de, desta forma, verem os seus dados e passwords intercetados.

Um pouco mais de metade dos utilizadores (53%), aproveita as medidas de segurança que vêm com o smartphone, tais como a função de localização do dispositivo ou o bloqueio remoto.

O impacto de não proteger os dispositivos que transportamos pode ser significativo, avisa-se. De acordo com o estudo, 25% dos utilizadores que perderam ou viram roubados os seus telemóveis descobriram que a sua informação pessoal acabou por ser roubada.

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